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Aula 1- História do Sistema Operacional Windows Linux e o bom e velho MS-DOS

Aula 1- Sistema Operacional (Windows/Linux) e MS-DOS Comandos Básicos

(esta aula estará futuramente "algum dia ??/??/??" disponibilizada em forma de vídeo em nosso canal de vídeos, produzido como série em documentário sobre Informática).

Devido a Exclusividade dos sistemas operacionais da Apple, iremos apenas fazer referências sem detalhar muito tecnicamente o mesmo, devido até não conhece-lo em profundidade. Focaremos no curso em Windows e GNU/LINUX.

Hardware X Software

Hardware e Software são termos técnicos que devemos entender, pois são muito diferentes. O Hardware é tudo que é físico na maquina tais como (placas de circuito impresso, componentes eletrônicos, periféricos,discos rígidos, ventiladores, processador, memórias,placa mãe,fios e cabos) enfim é tudo que se tocar com as mãos.

 O hardware são todos os componentes físicos que compõe uma maquina ou um produto computadorizado. O problema é que hardware sozinho não consegue fazer cálculos, tomar decisões, ou interagir com o usuário. Para isso é necessário um elo de ligação, uma inteligência.

 O software é esta inteligência que funciona em parceria com o hardware é algo como uma abstração, não podemos pegar com a mão,mas sabemos que ele existe. O Software opera diretamente dentro da máquina, é escrito usando as famosas "linguagens de programação" e por isso são popularmente conhecidos como "programas/aplicativos". Nenhum hardware pode funcionar sozinho sem um software específico (mesmo um teclado ou mouse) pois precisa de um driver/controlador que é um software no fundo.
 Tal como nosso corpo humano, precisa dos codigos de DNA e celulas para funcionar, qualquer maquina computadorizada precisa de um código de instrução para lhe dar atribuições, e funções que é conhecido por software. 
Software são códigos, em linguagem de máquina, que podem ser programados por várias linguagens de programação especificas (C,C++,C#,Visual Basic,Java,Perl,etc), formando os conhecidos programas ou ate mesmo sistemas operacionais inteiros.

Os softwares são os que que fazem os computadores serem funcionais no dia-dia é o que literalmente podemos interagir. O profissional que cria os softwares são conhecidos por programadores, que dominam uma determinada linguagem de programação. Mas para criar um software com essa linguagem é necessário outros softwares especiais. Os computadores só entendem a linguagem dos 0 e 1, então os programas escritos nestas linguagens, devem ser "convertidos" para a linguagem do computador! Isso é feito num software especial chamado "compilador" (tradutor para linguagem digital de baixo nível).

O paradigma do ovo e da galinha, pois sem um software não é possível criar outro software, pois o hardware da máquina não pode criar softwares. Para tanto é necessário possuir um software principal que habilite máquina para ela estar funcional.

Conhecido também por Software Operacional da maquina ou simplesmente SO, representa um conjunto de outros programas que vão habilitar o computador propriamente dito, para que ele esteja apto a ser usado por outros programas e pelo seu usuário.
Linus Torvalds Inventor do Linux
Dentro dele está o Kernel o código principal do sistema operacional, que vai carregar os demais programas automaticamente. O SO controla as interfaces entre o computador e o seus usuários, além de promover o gerenciamento das tarefas ou jobs que serão executadas pelo processador, gerenciar automaticamente a memoria do sistema e executar funções para que o equipamento esteja pronto para uso.

O sistema operacional existe porque os hardwares da máquina, suas placas eletrônicas, chips e componentes não conseguem carregar sozinhos os programas. Para se carregar um programa é necessário um sistema operacional, o mito do ovo da galinha. Por isso é necessário definir uma rotina para carrega-lo logo que a máquina seja ligada. Isso é feio numa rotina conhecida como Boot (já estudado no curso de Hardware).

Como começaram os Primeiros Sistemas Operacionais

Vamos pular uma parte da História da Informática, e chegar até 1945, quando os primeiros computadores modernos já começaram a ser fabricados (usando eletrônica, transistores,válvulas, etc). Sim pois qual a vantagem poderia ter um computador que pesaria toneladas, e custaria milhões e fosse operado com manivela? (primeiros computadores analógicos mecânicos) vide futuro vídeo para conhecer essa parte

O primeiro sistema operacional foi o CTSS e mais tarde o Multics que serviram como base para estudo e desenvolvimento de outros sistemas. o UNICS de 1969 derivado direto do Multics foi o primeiro sistema operacional escrito em código de maquina B.

Mais tarde programadores dos laboratórios da Bell Labs AT&T (Ken Thompson,Dennis Ritchie,Douglas Mcllroy) reescreveram um novo projeto de sistema operacional baseado nos conceitos existentes no UNICS e Multics. O codigo foi melhorado e reescrito em linguagem C e chamou-se UNIX.


UNIX é considerado o primeiro sistema operacional moderno da computação pois era multiusuário,multi-tarefas e com portabilidade. O UNIX seria a base para muitos outros sistemas operacionais, incluindo o LINUX, e o sistema da Apple MAC OS/ X.

Resumo da História dos Maiores SO do Mundo

Depois do UNIX surgem vários sistemas operacionais, a grande maioria carregado via unidade de disquete flexível e batizados de DOS (Disk Operating System) ou em português algo como "Sistema Operando em Disco".


MS-DOS/Windows

Fundadores da Microsoft (Allen e Gates)

Em 1975, 2 jovens empresários Bill Gates e Paul Allen fundam uma empresa de softwares que mais tarde iria se chamar Microsoft . Quando a IBM já gigante dos grandes computadores corporativos decidiu entrar no mercado doméstico produzindo PC's (computadores pessoais) famosos IBM-PC,iniciaria-se a oportunidade de ouro. 

Bill Gates demonstrando seu novo Sistema Operacional

 A IBM era uma Gigante (ainda é) fabricante de computadores e não possuía sistema operacional, Gates então fechou um "contrato comercial" com a IBM, para que ela incorporasse em seus PC's o sistema operacional, que seria produzido pela microsoft, e ainda manteria a licença proprietária do sistema operacional. Isso significa que para cada computador vendido, uma parcela do dinheiro$$ seria creditada a Microsoft (pela licença do sistema).

Mas a Microsoft não tinha ainda um sistema operacional pronto e desenvolvido que atendesse a demanda da gigante IBM. Mas Gates ouviu algo sobre um sistema de outro programador em desenvolvimento e ficou muito interessado.

Tim Paterson programador 
Em 1980 Bill Gates compra de Tim Paterson um brilhante programador de computador (que trabalhava na Seatle computers systems), seu sistema operacional QDOS(que ainda estava em fase de desenvolvimento).
Contratando Tim para e melhorar o código do QDOS, a empresa de Gates lança finalmente seu sistema operacional conhecido por MS-DOS (MS é a inicial de  MicroSoft) para os PC's da IBM. 


Vale lembrar que a palavra DOS (Disk Operating System) não é patente da empresa de Bill Gates. Muitos outros sistemas operacionais continham a palavra DOS em suas descrições. Somente o MS-DOS era sim um termo patenteado para a Microsoft.

 O Amiga DOS, PC-DOS e muitos outros. Ate hoje existem muitos outros sistemas operacionais baseados em DOS que também são gratuitos. O FreeDOS disponível ate hoje para utilização, é um exemplo de software livre com as mesmas características originais.

O Windows surgiu como um sistema MS-DOS com interface Gráfica! Até sua versão 98/ME o MS-DOS estava literalmente funcionando por debaixo do Windows, mas depois de sua versão XP em diante, o Windows se tornou efetivamente um sistema operacional, abolindo o MS-DOS como parte do sistema (hoje apenas um terminal de comandos).


Apple (MAC OS X, e similares)

Abril de 1976, 3 jovens brilhantes dentre eles o genial Steve Jobs fundam uma empresa de computadores:

Steve Jobs a Lenda da Apple

 A Apple Computers INC  começou a trabalhar com espirito de inovação e tecnologia (que continua até hoje por sinal). Mas ela ainda não tinha um sistema operacional e para não ficar no prejuízo começou a fabricar computadores pessoais sem sistemas próprios. Rapidamente esta empresa já lança seu primeiro computador o Apple I em julho de 1976.
Apple I Raro e muito Valioso hoje

Era muito simples na época necessitava de uma televisão para exibir as imagens, hoje é considerado uma valiosa peça de colecionador. em 1977 lança o Apple II que contava apenas com interpretador de comandos em BASIC (que não era um sistema operacional ).

Xerox e seu SO Gráfico fonte inspiradora.
Mas os planos da Apple era fabricar algo tão desejado, um computador com sistema operacional próprio e vender tudo de uma vez! Steve Jobs ouviu que a XEROX (a mesma das copiadoras) já tinha testado um sistema operacional Gráfico (sim com mouse,botão e tudo mais). O problema é que ele era apenas para uso corporativo e nem se sonhava em fazer computadores para uso pessoal como é hoje.

Steve Jobs compra da Xerox este sistema, e traz para a Apple. Porém como não tinham experiência ainda com isso, contratam o Bill Gates para que o mesmo pudesse ajuda-lo a adequar este sistema para um computador que a Apple iria lançar no mercado.

Steve Jobs e Bill Gates juntos no projeto do Apple LiSA

Isso mesmo! Bill Gates e Steve Jobs trabalhando juntos!

Com a experiência de Gates em sistema operacional (MS-DOS) e a genialidade da Apple em fabricar Hardware (melhores computador) o resultado não poderia ser diferente. Surge o computador conceito mundial, totalmente revolucionário Apple LISA!


Apple LISA o Primeiro PC com SO Gráfico do mundo!

 Apple LISA foi o primeiro computador do mundo pessoal (PC) a possuir um sistema operacional gráfico, com mouse links, ícones e botões, até então considerado um sonho muito futurista (somente em 1990 haveriam sistemas operacionais gráficos baratos).

Equipado com monitor embutido, mouse, teclado e uma unidade de disco motorizada (raridade na época todas eram mecânicas), O único problema do Apple LISA era seu preço, que na época era algo em torno de US$10mil, hoje seria quase como um apartamento/casa popular. Apesar de seu processador fraco para o sistema maravilhoso (na época não tinha os famosos Dual Cores de hoje, era de 10Mhz clock) o computador é um conceito,um produto quase que futurista, concebido pela união dos maiores gênios da informática, e das duas maiores empresas do setor.

Após o lançamento do LISA, Gates tinha todo o conhecimento sobre sistemas operacionais gráficos, e pode assim, trazer para seu MS-DOS (texto) uma melhoria incrível. Surge então o Windows! Nada mais do que uma GUI para o MS-DOS.

Após o lançamento do Windows 1.0, a parceria entre Apple e Microsoft foi desfeita, e Jobs chegou a processar Gates por quebra de sigilo, e outras contravenções, já que o sistema Windows foi criado com tecnologia da Apple (LISA).


LINUX ( Kernell) 


Linus Torvalds criador do Kernell LINUX
Em meados de 1990, muito longe da briga entre AppleXMicrosoft, um estudante de programação finlandês Linus B.Torvalds, desenvolvia sua tese de curso criando um sistema operacional alternativo ao MINIX (outro sistema baseado em UNIX).

Gênio da computador, Linus anteriormente teria escrito muitos softwares para a linha de computadores Sinclair.

O curioso é que muitos outros estudantes se interessam na ideia deste novo sistema misterioso (X), e pediram a permissão de Linus para que ele fosse compartilhado publicamente para que pudesse ser melhorado/desenvolvido. A pasta que hospedava o arquivo recebeu o nome de LINUX (Linus+ X).

Surge então mais outro sistema operacional poderoso, e muito usado em ambiente corporativo/alta segurança.



Richard Stallman criador do GNU
Mas o Linux era só um Kernell (núcleo), faltava muitas ferramentas. E foi quando Richard Stallman, outro programador que desenvolvia ferramentas para um sistema operacional aberto, se uniu ao Linux para forma o GNU/LINUX (o sistema operacional que conhecemos hoje Mint,Ubuntu,Debian,Mageia,etc,etc)

Muitos não sabem, mas o Linux é o padrão usado nos grandes servidores/mainframes/supercomputadores por sua excelente segurança e estabilidade. 

Nos computadores Desktop ainda não está sendo muito utilizado, devido ao Windows ter sido adotado comercialmente (venda casada) com micros novos. Mas esta realidade está mudando aos poucos.

Comentaremos ao longo do curso sobre o GNU/LINUX também, suas vantagens e melhorias.
Algumas Distribuições LINUX 

Atualmente muitos outros sistemas operacionais são derivados do Linux tais como (Android,ChromeOS,FirefoxOS).

A própria Microsoft possui uma distribuição Linux para redes! (essa quase ninguém sabe).... Assim como ela muitas empresas gigantes, investem no LINUX (IBM, HP, Novell,Google, Oracle, etc)

O sistema MAC OS da Apple também utiliza tecnologia UNIX, alguns recursos inclusive foram inspirados no GNU/LINUX tal como o servidor gráfico X e outras.


Até a próxima aula!
JMJG
(Engenheiro Eletrônico)

Aula 13 Tabela de Atributos CSS Exemplos com HTML

Aula 13- Atributos CSS básicos e link para folha de estilos em códigos HTML



Devido as limitações impostas pelo código HTML, podemos experimentar problemas em páginas exibidas em diversas plataformas (PC, Smartphone,tablets,Windows, Linux, Mac, UNIX, etc)

Surge o CSS como um código complementar usado especialmente para interagir com o HTML para que a página possa ganhar mais poder em formatação. Porem ao incluir o código CSS junto ao HTML num mesmo arquivo, a interpretação do código ficará mais complexas. Imagine um texto contendo dois idiomas mesclados, não seria ideal se pudessemos ler cada um em separado?

O CSS é um arquivo de texto criado assim como o HTML (usando programas próprios ou o famoso bloco de notas/editor de texto puro txt). Vale ressaltar que a sintaxe do CSS é totalmente diferente do HTML! Ou seja, CSS não é HTML e suas "tags" são diferentes.

Há meios de usar o CSS junto com HTML num mesmo arquivo, porém o correto é criar um arquivo em separado com extensão .css e fazer um link dentro do HTML para este arquivo!  Ensinaremos mais adiante com fazer isso!


Algumas dicas básicas de como o CSS funciona:

Com o uso do CSS poderemos economizar tempo, e poupar linhas extras de tags HTML para definir o estilo de apenas um trecho ou até mesmo todo o nosso documento. Veja exemplos simples usando CSS junto com HTML no mesmo arquivo!

Para definir estilos em seções reduzidas de uma página se utiliza a etiqueta . Com seu atributo style indicamos em sintaxe CSS as características de estilos. Vemos com um exemplo, colocaremos um parágrafo onde vamos visualizar determinadas palavras na cor verde. Ignore o # usado antes das Tags aqui apenas para poder escrever o código no Blog sem Interpretação do Navegador!

 <#p >
isto é um parágrafo com várias palavras <#SPAN style="color:green">de cor verde<#/SPAN>. é muito fácil.
<#/p>

Faça este teste num HTML seu para ver o resultado durante a aula!


Aqui estamos mesclando CSS+HTML num mesmo arquivo,mas permitindo recursos que antes não tínhamos condições de utilizar! Este é o poder do CSS!

Agora vamos ver como podemos definir um parágrafo inteiro de cor vermelha e outro de cor azul. Para isso, utilizamos o atributo style. 

<#p style="color:#990000">
Isto é um parágrafo de cor vermelha.
<#/p>
<#p style="color:#000099">
Isto é um parágrafo de cor azul.
<#/p>

Com a etiqueta "div" podemos definir seções de uma página e aplicar estilos com o atributo style, ou seja, podemos definir estilos de uma só vez a todo um bloco da página. Tudo que estiver dentro desta etiqueta estará sendo escrito com a formatação definida no "div style". Quanto formos mudar de formatação teremos que encerrar com /div.


<#div style="color:#000099; font-weight:bold">
<#h3>Estas etiquetas vão em <#i>azul e negrito<#/i><#/h3>
<#p>
Continuamos dentro do DIV, por isso permanecem os estilos.
<#/p>
<#/div>


Avançando em CSS

No exemplo vemos que se utiliza a etiqueta , se coloca o nome da etiqueta que queremos definir os estilos e entre chaves -{ }- colocamos em sintaxe CSS as características de estilos que queremos dar a nossa página.

OBS: Escreva em Aula o código HTML abaixo sem usar o #. Usamos o # aqui pois se não ele seria interpretado em nosso Blog! o # para as Cores deve ser digitado normalmente!

<#html>
<#head>
<#title>Exemplo de estilos para toda uma página<#/title>
<#STYLE type="text/css">

H1 {text-decoration: underline; text-align:center}
P {font-Family:arial,verdana; color: white; background-color: black}
BODY {color:black;background-color: #cccccc; text-indent:1cm}
// -->
<#/STYLE>
<#/head>
<#body>
<#h1>Página com estilos<#/h1>
Bem-vindos...
<#p>Desculpe não escrever muito, mas isto é um exemplo sem importância<#/p>
<#/body>
<#/html>
 


Como se pode apreciar no código, definimos que a etiqueta H1 se apresentará:

  • Sublinhada
  • Centralizada

Também, por exemplo, definimos que no corpo do texto inteiro da página (etiqueta BODY) serão aplicados os seguintes estilos:
  • Cor do texto negro
  • Cor do fundo acinzentado
  • Margem lateral de 1 centímetro

Cabe destacar que se aplicamos estilos à etiqueta BODY , estes serão herdados pelo resto das etiquetas do documento. Isto será sempre assim, e no caso de que não volte a definir estes estilos nas seguintes etiquetas, dominará esta etiqueta. Este detalhe pode ser visto na etiqueta "P" , que tem definidos estilos que já foram definidos para "BODY" . Os estilos que são aplicados são os da etiqueta "P".

CSS Mais Poderoso. Definindo Arquivo .CSS

Poderemos melhorar a criação de nossa página/site, separando os arquivos de estilo (.css) do arquivo de página (.html) para isso devemos criar um arquivo onde somente colocamos as declarações de estilos de página e linkar todas as páginas do site com esse arquivo. Dessa forma, todas as páginas compartilham uma mesma declaração de estilos e, portanto, se a mudamos, mudarão todas as páginas. As vantagens são para se economizar em linhas de código HTML (o que reduz o peso do documento) e se evita repetir dezenas de tags, e com isso deixar nosso HTML cada vez mais longo e confuso de se interpretar.

Veremos agora como o processo para incluir estilos com o arquivo externo. 


1 - Criamos o arquivo com a declaração de estilos (usando editor de texto puro)

Do mesmo modo que já criamos nossos códigos HTML, vamos criar um arquivo de texto normal, que ao salvar vamos atribuir a extensão .css para lembrarmos sobre sua função. O texto que devemos incluir deve ser escrito exclusivamente em sintaxe CSS, ou seja, seria errado incluir o código HTML nas etiquetas e etc. Podemos ver um exemplo a seguir: 

P {
font-size : 12pt;
font-family : arial,helvetica;
font-weight : normal;
}
H1 {
font-size : 36pt;
font-family : verdana,arial;
text-decoration : underline;
text-align : center;
background-color : Teal;
}
TD {
font-size : 10pt;
font-family : verdana,arial;
text-align : center;
background-color : 666666;
}
BODY {
background-color : #006600;
font-family : arial;
color : White;
}
 


2 - Linkamos a página com a folha de estilos 

Para isso, vamos colocar a etiqueta com os atributos:
  • rel="STYLESHEET" indicando que o link é com uma folha de estilos
  • type="text/css" porque o arquivo é de texto, em sintaxe CSS
  • href="estilos.css" indica o nome do arquivo fonte dos estilos (salve na mesma pasta onde vai criar o código HTML)

Vejamos um exemplo abaixo! Ignore e não digite o # pelas razões explicadas anteriormente nas tags.


<#!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.0 Transitional//EN">
<#html>
<#head>
 <#link rel="STYLESHEET" type="text/css" href="estilos.css">
 <#title>Pagina que lê estilos<#/title>
<#/head>
<#body>
<#h1>Pagina que lê estilos<#/h1>
Esta pagina tem no cabeçalho a etiqueta necessária para linkar com a folha de estilos. É muito facil
<#br>
<#br>
<#table width="300" cellspacing="2" cellpadding="2" border="0">
<#tr>
    <#td>Isto está dentro de um TD, logo tem estilo próprio, declarado no arquivo externo<#/td>
<#/tr>
<#tr>
    <#td>A segunda fila do TD<#/td>
<#/tr>
<#/table>
<#/body>
<#/html> 

Os estilos se herdam de uma etiqueta para outra, tal como foi indicado anteriormente. Por exemplo, se tivermos declarado no alguns estilos, em geral, estas declarações também afetarão à etiquetas que estejam dentro desta etiqueta.

Em muitas ocasiões mais de uma declaração de estilos afeta a mesma parte da página. Sempre se leva em conta a declaração mais particular. Porém, as declarações de estilos podem ser realizados de múltiplas formas e com várias etiquetas, também entre essas formas existe uma hierarquia de importância pra resolver conflitos entre várias declarações de estilos diferentes para uma mesma parte da página. Pode ser visto a seguir, esta hierarquia, primeiro colocamos as formas de declarações mais gerais, e portanto, menos respeitadas em caso de conflito:
  • Declaração de estilos com arquivo externo. (para todo o site web)
  • Declaração de estilos para toda a página. (com a etiqueta,que são inseridas no cabeçalho do documento. 

É importante assinalar que a sentença de importação do arquivo CSS deve ser escrita na primeira linha da declaração de estilos, algo parecido ao código seguinte. 

<#style type="text/css">
#@import url ("estilo.css");
#body{
#background-color:#ffffcc;
}
<#/style>
 

O funcionamento é o mesmo que se escrevêssemos todo o arquivo a importar dentro das etiquetas dos estilos, com a garantia de que, se redefinimos dentro do código HTML (entre as etiquetas) estilos que haviam ficado definidos no arquivo externo, os que se aplicarão serão os que tivermos redefinido.

Assim, no exemplo anterior, mesmo que tivéssemos definido em estilo.css uma cor de fundo para a página, a cor que prevaleceria seria o definido em seguida da importação: #ffffcc 

A diferença entre este tipo de importação do tipo e a que vimos anteriormente: 

<#link rel="stylesheel" type="text/css" href="folha.css"> 

É que @import url ("estilo.css") costuma ser utilizado quando existe umas pautas básicas no trabalho com os estilos (que se definem em um arquivo a importar) e uns estilos específicos para cada página, que se definem a seguir, dentro do código HTML entre as etiquetas , como é o caso do exemplo visto anteriormente.

Atributos e Sintaxe CSS

  • Para definir um estilo se utilizam atributos como font-size,text-decoration... seguidos de dois pontos e o valor que lhe desejamos atribuir. Podemos definir um estilo a base de definir muitos atributos separados por ponto e vírgula.
  • Exemplo:
    font-size: 10pt; text-decoration: underline; color: black; (o último ponto e vírgula da lista de atributos é opcional) 

  • Para definir o estilo de uma etiqueta basta a escrevermos seguida da lista de atributos fechados entre chaves.
  • Exemplo:
    H1{text-align: center; color:black} 

  • Os valores que se podem atribuir aos atributos de estilo podem ser vistos em uma tabela no seguinte capítulo. Muitos destes valores são unidades de medida, por exemplo, o valor do tamanho de uma margem ou o tamanh da fonte. As unidades de medida são as seguintes:
Pontospt
Polegadasin
Centímetroscm
pixelspx

Para facilitar tua vida criamos uma tabela de atributos de estilos para CSS, as mais usadas é claro!


Clique%20e%20Baixe%20a%20Tabela%20de%20Atributos%20Aqu!

Por hora ficamos por aqui. Até a próxima Aula!

JMJG
Instrutor/Eng Eletrônico

série seriado o exterminador do futuro as cronicas de sarah connor vídeo dos bastidores curiosidades Dublado exclusivo

Vídeos Exclusivos Dublados em Português sobre o Seriado "O Exterminador do Futuro- As Cronicas de Sarah Connor"

Confira o detalhes dos Bastidores e Efeitos especiais de maquiagem, bem como a produção deste fantástico seriado (infelizmente cancelado antes de possuir um final digno)

Confira os Bastidores de Produção Dublado em Português com Exclusividade ESI (jamais exibido no Brasil)!

Abaixo configura um ensaio fotográfico exclusivo com os atores (dublagem Exclusiva ESI)



O seriado é focado nos acontecimentos da mãe do John Connor, e no caso Sarah seria a protagonista principal. Porém não foi isso que aconteceu. Cameron (a suposta exterminadora que foi inspirada numa namorada de John) ganha mais destaque no seriado virando a protagonista principal. Aqui também aparecem outros personagens novos, tais como o irmão de Caio Reese, o Derek Reese (tio de John).

Talvez o problema maior do seriado foi o enredo que começou a fugir da trama original, focando uma enorme conspiração da Skynet e acrescentando cada vez mais personagens deixando o seriado muito complexo.

Com Sarah deixada de lado, o público acabou ficando um pouco desinteressado e nos EUA segundo a NBC os índices de audiência não foram o suficiente para justificar continuar investindo $$ na produção e o seriado foi cancelado na segunda temporada as pressas!

O resultado desse cancelamento foi catastrófico para a franquia do Exterminador!

O seriado foi encerrado em meio a uma enorme trama que acabou ficando sem explicação piorando a impressão do remake!

No último capítulo bem nos últimos 10 minutos eles tentam fechar todas as maiores tramas do seriado e tudo converge a John Connor, deixando um enorme vazio no coração dos fãs sobre o restante do seriado que não foi explicado!

Quem entendeu o final do seriado? Um final mau acabado que deixou claro a intenção da NBC de acabar logo com tudo não importando o que os fãs da série iriam achar.

Pior que o seriado estava ficando bom bem no meio da segunda temporada...

A Skynet ainda continua sem explicação e os filmes não contam nenhum segredo revelo no seriado, deixando a trama ainda mais confusa!

Lamentável que a ganância por $$ acabou destruindo grande parte do charme de uma franquia magnífica!

Publicaremos um documentário exclusivo contando absolutamente tudo sobre seriado. Fiquem ligados fãs que foram decepcionados pela NBC estamos juntos nessa!

Aula 7/8 Configurando um roteador básico doméstico aula prática no windows ou linux



Aula 7- Configurando um roteador Básico Doméstico (Aula Prática) montando uma rede doméstica- Configurando WiFi 



O roteador (router) conforme estudamos na Aula 6 é um equipamento muito inteligente, e muito sofisticado. Dotado de processador é capaz unir uma ou mais redes entre sí, e ainda aplicar regras especiais de gerenciamento, bem como ainda escolher o melhor caminho (rota) para os dados. Como resultado é um equipamento fascinante e muito importante para grandes redes!

Mas mesmo, em nossa rede doméstica ele é um equipamento essencial, principalmente se queremos compartilhar a "internet" para os nossos computadores em nossa intranet. (função de interligar 2 redes em uma só)

Isso mesmo, a Internet seria a nossa Rede 1 (externa grande) e a Intranet a nossa Rede 2 ( interna e menor), somente o roteador fará esta função!

Já se tua intenção é montar apenas uma intranet, mas sem compartilhar a "internet" poderá utilizar apenas um Switch (Hub melhorado).

Vamos dar uma olhada em um equipamento roteador doméstico básico:

Exemplo de um roteador básico doméstico


Sim ele é o nosso roteador doméstico, uma vez que os roteadores corporativos (profissionais) são muito diferentes no visual e no firmware (software ou programa interior). Ele geralmente é vendido em versões de 4 portas, e já possui um rádio integrado para permitir a conexão de rede WiFi (uma,duas ou três antenas dependendo da versão). Este aparelho pode ser encontrado facilmente em qualquer loja/magazine de equipamentos de informática. Seu preço é acessível, variando de $50 até $350 dependendo de sua função,marca e especificação.

Roteador Profissional

Os roteadores profissionais tem uma aparência maior (geralmente compatíveis para rack 19 polegadas) bem como um programa interno muito mais sofisticado e complexo, dedicado a funções muito mais específicas que não necessitamos usar em nossas redes domésticas.

Conexões Importantes:


Nosso roteador doméstico possui algumas conexões padrões que devemos saber:

Plug de energia: Sim nosso roteador é alimentado externamente por uma fonte (fornecida pelo fabricante)  que deverá ser conectada a uma tomada de preferência protegida por nobreak.

LAN (amarela): Geralmente são 4 portas, estas sim dedicadas a montar nossa "intranet" rede doméstica. É aqui que devemos conectar nossas máquinas (computadores/terminais) como se fosse um switch normal. Ainda poderemos expandir estas 4 portas se conectar um outro switch fazendo uma multiplicação destas portas para montar uma rede doméstica maior (24 computadores ou mais). Porém não se empolgue muito! Redes domesticas devem ter no máximo 24 computadores pois ficam lentas e sem gerenciamento com equipamentos simples como estes (redes maiores devem usar equipamentos corporativos de alta performance).

WAN (AZUL): Geralmente existe apenas 1 porta WAN (Internet) que permite a conexão da nossa rede externa (modem ou equipamento que forneça a internet). Devemos conectar aqui nesta porta unicamente as saídas dos modems que já fornecem a internet via cabo RJ45 ou um computador com a internet já compartilhada (servidor). Não devemos conectar os computadores da intranet aqui! Em roteadores 3G, esta porta estará suprimida por uma conexão a modem 3G USB ou interno.

RESET: Botão especial, reservado apenas para ressetar o roteador ao padrão de fábrica em casos necessários. Acionar este botão por alguns segundos fará o roteador carregar seu padrão de programação de fábrica (pré configuração inicial), e todas as demais programações feitas pelo usuário (senha,etc) serão perdidas!

Adicionalmente existem um botão PWR (liga/desliga) e alguns outros, podem existir botões para ligar ou desligar o rádio WiFi ( alguns modelos podem fazer isso via configuração dispensando o botão).

A antena externa para rede WiFi pode ser uma, duas ou três dependendo do modelo.

Configurando um Roteador Doméstico Básico

(Prática em Aula com instrutor)


Primeiramente é necessário plugar um computador para efetuar a configuração do roteador (porta LAN Amarela). De fábrica ele só vem com as configurações muito básicas, e geralmente não serve para nossa aplicação (principalmente distribuir internet).

Aqui no Brasil temos operadoras que fornecem serviço de internet (VIVO/GVT/NET/etc) e dependendo do tipo de operadora contratada, será necessário efetuar configurações um pouco diferente.

Plugue o cabo de rede que sai do modem (Rj45) na entrada WAN (AZUL).

Independente do sistema operacional (Windows/ Linux) utilizado, o roteador poderá ser facilmente configurado através de um browser (Firefox/Chrome/Opera/etc)

1) Descobrindo o endereço padrão do roteador

Neste momento é importante ler o manual do roteador, pois cada um apresenta a senha e usuário corretos para se acessar as configurações (login ou username / password)

Caso não se lembre da senha, faça o ressete do roteador (botão reset) para que ele volte ao padrão.

Geralmente o endereço de rede padrão dos roteadores é: 192.168.0.1 ,mas nada impede que ele seja cadastrado em outro endereço, pois isso não afeta o funcionamento. Mas lembre-se que geralmente o roteador é o terminal primário da rede então reserve o endereço (X.X.0.1) para ele.

Para confirmar se o roteador poderá ser acessado pelo seu sistema operacional (Windows/Linux) faça o seguinte:

Windows: (Considerando DHCP)

Abra o Prompt do DOS (cmd) e digite: "IPCONFIG"



Repare nas informações:
IPV4 (IP Adress): O endereço do seu computador
Gateway ( Router): Endereço padrão do Roteador

Ambos os endereços devem ser da mesma classe, exemplo o IP do seu computador é 192.168.1.100 e o roteador está em: 192.168.1.1 OK!

Computador: 190.168.1.110 e o roteador em: 192.168.0.1 NÃO!

Os dois devem ser a mesma classe! (peça explicação em aula)

LINUX: (Considerando DHCP)

Digite o comando "route" no terminal para ver o IP do Gateway (roteador)


Digite o comando "ifconfig" no terminal para saber se o IP do computador na intranet (rede LAN).



Se os dois forem da mesma classe. OK! No exemplo são Roteador (190.168.0.1) Computador (190.168.0.100)

O que fazer se não forem a mesma classe?

Se o DHCP (endereçamento automático) não estiver habilitado em seu sistema ou não funcionar, o melhor é definir um endereço IP manualmente no computador (IP MANUAL).

Faça isso no Windows/LINUX escolhendo um IP na mesma classe do Gateway (roteador). Somente assim poderá acessar as configurações!

Retire suas dúvidas em sala de aula, para saber como configurar um IP manualmente.


2) Acessando o Roteador - Configurando o Roteador

Depois de descobrir o endereço IP do Roteador (Gateway) e garantir que o endereço IP da máquina (computador) na porta LAN está na mesma classe, é a vez de acessarmos o roteador pelo browser (Firefox,Chrome, Opera, etc).

Qualquer navegador de internet atualizado (não vale o Explorer de 1990) serve!

Abra o navegador numa página nova, e digite o IP do roteador, diretamente na barra de endereços do navegador, sem usar http!

Ex: 190.168.0.1

Será exibido a tela de Login, conforme abaixo: (dependendo do modelo a tela poderá ser diferente)


Tela de Login do Roteador (Exemplo)

Para proteção contra acesso não autorizado, todos os roteadores são protegidos com senha e login. Neste ponto, deverá digitar corretamente o usuário e senha de acesso! (consulte o manual do aparelho)

Se o roteador for ressetado, o usuário e senha vão ser o padrão de fábrica (exemplo admim admim, admin 1234,etc).

Após configurarmos pela primeira vez, já poderemos mudar o login e senha para nossos valores desejados, para não permitir acesso de terceiros (já que as senhas de fábrica qualquer um conhece!)

Caso digitemos a senha ou usuário errados, não poderemos acessar as configurações do roteador. Se mesmo ressetando não puder entrar, verifique no manual a senha e usuários corretos ( pode acessar a internet para verificar caso tenha perdido o manual impresso). Procure pelo modelo do roteador.

Depois de digitar as senhas corretas, será exibido uma página inicial, e o menu com todas as configurações possíveis. Dependendo do modelo do roteador e da versão do firmware as telas podem mudar, bem como o idioma ser Inglês, Português ou outros.

Vamos mostrar as principais telas! Porém acompanhe em Aula as configurações do roteador que temos na escola! Apesar de ser um exemplo, e das telas serem diferentes, o principal é sempre o mesmo!


Tela Inicial Resumo
Na tela de resumo, poderão ser conferidos dados básicos de endereço da WAN (Internet), endereço da LAN (roteador gateway), resumo da rede sem fio WiFi,etc.



Configurando WAN do Roteador

O tipo de rede WAN deverá ser configurado aqui! (veja em sala de aula as diferenças e como fazer)


Configurando a LAN do Roteador
Aqui poderemos mudar o endereço do Roteador (Gateway) para outra classe de rede. Cuidado! ao mudar aqui, seu computador em DHCP passará a não mais acessar o roteador. Altere também o endereço da máquina para a mesma classe do endereço que alterou aqui!


Configurando rede WiFi
Finalmente poderemos configurar nossa rede sem Fio (WiFi) bem como ligar ou desligar o rádio (neste roteador não tem botão externo é aqui mesmo).


Parâmetros de Segurança da Rede WiFi
Agora teremos que proteger nossa rede WiFi com senha e criptografia. Veja em aula as opções e diferenças!


Configurando a intranet Rede DHCP
Aqui iremos definir como nossa rede intranet (LAN) será configurada. No caso Habilitamos o DHCP para facilitar a configuração. Depois deveremos definir o endereço inicial e final (Respeitando sempre a mesma classe de rede definida para o roteador também). 


Aqui podemos mudar as senhas do roteador (acesso)

Nesta tela poderemos alterar o usuário e senha padrão de fábrica, para outras, assim protegemos nosso roteador contra acesso não autorizado!

Tire todas as suas dúvidas em sala de aula. De agora em diante, nossa rede doméstica já está começando a ser feita.

Nas próximas aulas, iremos configurar as máquinas para acesso a rede.

Até mais.

Atenção as Aulas 9 até Aula 11 serão totalmente Práticas! Portanto não haverá mais teoria em nosso Blog sobre este assunto. Aula 12 Prova do Módulo.

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Eng Eletrônico- Instrutor

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