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Vídeo Tutorial para Troca da Lâmpada do teto Peugeot 208 com Detalhes da Desmontagem e Polaridade para LED

Vídeo Tutorial ensinando a Trocar a Lâmpada do Teto do Peugeot 208 que não está no manual do proprietário. Detalhes sobre a Desmontagem e Polaridade para usar Lâmpada LED!

Muitas montadoras não trazem algumas informações em seus manuais do proprietário, a troca de algumas lâmpadas pode ser um mistério para os usuários pois nem sequer são citadas nos referidos documentos! Uma falha grave por parte das montadoras, que nem sequer se dão ao trabalho de revisar as informações contidas no manual original do produto, e fazem apenas a tradução do que consta no manual da matriz (língua original).

E no caso do Peugeot 208 não é diferente! Trocar aquele bendita lâmpada do Teto que é amarela, chata, quente e de filamento será um mistério caso queime ou caso o usuário queira trocar ela por LED!

Aliás, não entendemos o motivo pelo qual em pleno século 21 as montadoras ainda utilizam lâmpadas incandescentes em seus automóveis! Tudo já deveria ser substituído por LED! Essas lâmpadas antigas além de amareladas não iluminam nada, consomem muita energia e só esquentam! São inúteis!

No caso do Peugeot 208 que conta com apenas uma lâmpada no centro do Teto (Não possui iluminação traseira),  usar uma lâmpada T10 de 5W incandescente é uma baita sacanagem! Trocando por uma LED apropriada o ganho de luminosidade pode ser acima de 200%!

Menor consumo, alta luminosidade são "apenas" esses os benefícios do LED comparado a lâmpada T10 original!

Seja por trocar a lâmpada original queimada, ou colocar uma LED, essa informação deveria constar no manual do usuário. É assim com a lâmpada do porta malas e do porta luvas (se houver).

Assista nosso Tutorial Detalhado, ensinando como trocar a lâmpada do Teto do Peugeot 208!



O melhor do nosso Tutorial é que ele ensina os usuários a retirar a moldura da lâmpada do teto apenas com as mãos sem usar ferramentas! Isso evita brutalidade com quebra de travas ou afundamento de acabamento, deixando marcas e sequelas permanentes que podem obrigar os usuários a ter que comprar outra moldura nova! Na verdade a Peugeot projetou essa moldura para ser retirada realmente apenas com as mãos!

Muitos podem dizer que a fabricante não incluiu no manual a orientação da troca da moldura com o porta-lâmpada, pelo fato do teto ser conectado a ele com uma fiação complexa da lâmpada e do sistema microfone usado pelo Bluetooth®️ , e que muitos usuários podem não tomar cuidado ao retirar e assim causar danos nos conectores e nas peças plásticas, mas discordo desse ponto! Existe no manual instruções mais complicadas para troca da lâmpada do farol por exemplo, que não é mais complexa do que trocar a lâmpada do teto!

Aqui cabe sim um cuidado especial coma fiação, na qual o usuário pode desconectar facilmente conforme informado no vídeo. Pode ser que muitos não queiram tentar fazer, por não estarem familiarizados com a ideia de retirar conectores ou ter jeito para isso, mas o fato é que essa informação não deveria estar suprimida do manual! Mesmo para técnicos e mecânicos isso deveria constar!

Não tem como ir ao mecânico ou concessionária toda hora que queimar uma lâmpada! Embora em alguns casos compense, principalmente se for farol ou lanterna, onde o acesso é muito pior e mais limitado do que o teto do carro!

Tudo isso poderia ser evitado, se a montadora simplesmente colocasse lâmpadas LED já de fábrica! Repito, pra que usar lâmpada incandescente em pleno século 21??! Custo? Nem tanto, o LED T10 não é tão caro quanto a T10 comum de filamento! Já nos faróis o assunto até pode ser discutível, mas mesmo assim o LED ganharia.

Situação pior está o porta-malas do Peugeot 208 onde não só mais uma vez a informação da troca da lâmpada está suprimida, como detectamos uma falha de projeto no porta-lâmpadas que usa apenas 50% da luminosidade da lâmpada!

A culpa não é da Peugeot mas sim de quem projetou a peça! Vamos mostrar isso em breve em mais um vídeo Tutorial bacana e bem desenvolvido!

Não percam!

JMJG
Eng Eletrônico

Testando o Cabo MIDI Vintage num Computador com Linux- Software RoseGarden

Testando o Cabo Midi Vintage num Computador com Linux. Usando o Software RoseGarden.

Projeto de cabo MIDI Antigo DB25 e Conector DIN para instrumento musical e computador antigo. By ESIJMJG

Projeto de Cabo MIDI antigo conector DB25 e Conector DIN para instrumento Musical Vintage e Computador Antigo. By ESIJMJG

MIDI- Musical Instrument Digital Interface criado em 1982 pelos fabricantes japoneses e Norte Americanos, é uma interface especial para estabelecer um padrão de conexão universal entre instrumentos musicais e seus acessórios, incluindo o computador. Em Português seria algo como " Interface Digital para Instrumento Musical". 

Acontece que o famoso cabo MIDI não é simplesmente um cabinho comum com fios, existe um circuito eletrônico interno, que será responsável por fazer o acoplamento entre o instrumento musical e outros produtos. 

Em cada instrumento musical, existe duas portas de conexão MIDI IN e MIDI OUT.

O MIDI IN é a entrada de sinais vindo de outro instrumento ou da interface do Computador. 

O MIDI OUT é a saída de sinais do instrumento musical para outro instrumento ou para a interface do Computador.

Os conectores do MIDI IN e MIDI OUT são os famosos DIN-5 de 5 pinos, os mesmos usados em antigos gravadores de Tape Deck e dos teclados de computadores padrão XT/AT.

E no caso de computadores, eles necessitam possuir uma placa de Som com conector MIDI especial, que é feito também pela porta do JoyStick dos jogos. Este conector é no padrão DB15 que é padronizado justamente para isso. Somente placas de Som com circuito MIDI é que possuem este conector embutido no seu espelho.

Na foto acima podemos notar a presença do conector DB15 Preto na Esquerda, antes das conexões P2 de áudio. Ele pode mudar de cor (amarelo) ou posição (direita) mas sempre será o mesmo formato e função!

Como somos amantes do vintage, e também temos um instrumento musical antigo e um computador antigo com placa de som MIDI, vamos desenvolver o projeto do Cabo MIDI conforme orientado na Internet em esquemas já liberados pela Sound Blaster!

Confiram em nosso Vídeo como fazer o projeto do Cabo MIDI antigo para usar. Mais abaixo detalhes do esquema elétrico e valores dos componentes usados.




Esquema/Componentes para o Projeto da Placa MIDI-Vintage

Para a montagem da Placa ou Wire-UP da MIDI-Vintage, vamos passar abaixo o esquema elétrico correto, bem como a lista de componentes para se montar a mesma.

Vale lembrar que o esquema elétrico possui várias versões pela internet afora, sendo que algumas estão até incorretas! Nós já corrigimos isso alterando o desenho para o esquema de conexão aferido em nossos testes do vídeo!

Importante notar que o cabo MIDI na verdade é composto por dois circuitos separados! Um que conecta o instrumento musical ao computador e outro que conecta o computador ao instrumento musical, ou seja dois caminhos diferentes. Isso significa que um circuito não interfere no outro e que devemos conectar os dois se quisermos ouvir ou gravar arquivos MIDI do computador para o instrumento e vice-versa.

Importante deixar bem claro que este projeto é destinado apenas aos instrumentos que não usem conexão USB mais moderna, e sim através de pinos DIN-5 padrão! O cabo MIDI USB é totalmente diferente deste.


Midi Instrument To Computer: É a parte do circuito MIDI que conecta o instrumento musical ao computador, o MIDI OUT do Instrumento do plug DIN-5 conecta-se ao MIDI IN do Cabo! Nele temos um Opto-Isolador/Acoplador feito pelo circuito integrado 4N35 que serve justamente para dar proteção aos sistemas conectados bem como retransmitir com maior potência os níveis de sinal digital. A saída é feita pelos pinos 8,15,5 do DB15 conectado a placa de som padrão Sound Blaster. A saída é pino 4,5 do DIN-5 do instrumento.

Computer to Midi Instrument: É a parte do circuito MIDI que conecta o computador ao instrumento musical, através do conector DB15 da placa de som. O Cabo de saída MIDI OUT deverá ser plugado no MIDI IN do instrumento musical! Nessa parte do circuito temos um Buffer de sinais feito pelo circuito integrado 7407 (TTL) e as saídas são os pinos 8,12,5 da placa de som. Importante dizer que o MIDI OUT aqui possui um aterramento feito no pino 2 (Shield) do conector DIN-5, sem isso o circuito não funcionará. A Entrada é pino 4,5 do DIN-5 do instrumento.

Lista de Componentes

Componente       Valor  Quantidade
 Resistor   270Ω  1
 Resistor  1KΩ
 Resistor  4,7KΩ  1
 Resistor  220Ω  2
 Capacitor Cerâmico 25V  22pF  2
 Diodo de Sinal  1N4148  1
 Conector      DB15 Macho  1
 Conector   DIN-5 Macho  2
 Circuito Integrado  7407  1
 Circuito Integrado  4N35  1
 Cabo Manga   2 Pares  3 metros
 Cabo de Microfone  Com Blindagem  3 metros

Pinagem do DIN-5
Adicionar legenda

Pinagem do DB-15
Adicionar legenda

Deixo claro que o projeto da placa PCB do vídeo foi da ESIJMJG, de modo que não poderemos deixar os arquivos CAD da mesma disponível para download! Cada um tem que fazer a sua. Mas no caso de quem não estiver prático em fazer ou deseja apenas a placa pronta, poderemos tentar negociar sobre isso, entre em contato conosco para cotação sobre ela. Mas não vendemos placas em grande quantidade, apenas um kit para hobby e pessoas físicas apenas! Não pretendemos tornar o uso deste kit comercial já que o mesmo é antigo e atualmente apenas conexões USB são realizadas entre os instrumentos e os computadores.

O Vídeo nem o artigo aborda com detalhes ricos como fazer o cabo, mas para quem é técnico/Engenheiro Eletrônico poderá fazer seu projeto sem nenhum problema!

Vamos testar o nosso cabo? Claro! Mas isso fica para o próximo artigo.

JMJG
Eng Eletrônico

Conheça um dos primeiros Modem de Internet ADSL no Brasil. Ericsson HM 220 dp

Conheça um dos Primeiros Modem ADSL Internet Discada "Speedy" no Brasil. Ericsson HM-220dp
Modem HM 220dp
Modem ADSL HM 220dp
No começo dos anos 1990 a internet fascinou o Brasil com cada dia mais e mais pessoas desejando ficar conectadas várias horas por dia na rede mundial. Isso fez com que as empresas de telefonia fixa procurassem melhores planos, chegando a cobrar por mensalidade um valor fixo por horas de conexão. Isso ajudava, e continuar se conectando mais na madrugada onde os valores de pulsos eram mais baratos.

Porém isso não era suficiente pois o preço ainda limitada a navegação em poucas horas, menos ainda comparada a necessidade dos internautas! E para piorar, caso alguém quisesse usar o telefone, a conexão com o modem seria completamente interrompida!

Foi ai que resolveram trazer uma tecnologia DSL para o Brasil. O DSL permite que as operadoras de telefonia fixa usem aparelhos especiais para manter a conexão da internet sendo transmitida pela linha telefônica (par trancado) porém totalmente separada da linha telefônica comum, o usuário pode permanecer conectado o dia todo se quiser enquanto a linha telefônica fica completamente livre para ser usada!

Isso porque o DSL permite usar duas frequências separadas na mesma linha, sendo a alta frequência usada para transmitir dados enquanto a mais baixa transmite voz e tudo isso no par trançado padrão! Isso foi a verdadeira revolução na Internet Brasileira!

Nessa época as empresas de telefonia fixa vendiam pacotes de conexão ADSL mensal sem Limite de tempo, o que era muito mais interessante do que a versão discada!

Porém o Modem do sistema ADSL é totalmente diferente do modem de linha telefônica comum!

Assistam um vídeo com um Modem legítimo ADSL um dos primeiros do Brasil.



O Ericsson HM 220 dp é um modem ADSL tecnologia adotada pela telefônica na cidade de São Paulo, e que ainda hoje é usada em certas cidades do Brasil onde não existem outras tecnologias além da linha de par trançado.

Hoje com Fibra Ótica ou Cabo conhecemos a verdadeira Internet Banda Larga com incríveis velocidades de mais de 100 Mb! Porém nem todos os lugares do Brasil podem chegar com essas tecnologias que são mais caras de ser implantadas! Mas praticamente mais de 95% dos lugares tem linha telefônica com par trançado! Então a tecnologia ADSL chega em praticamente todos os lugares onde as novas tecnologias não podem!

Embora com mais baixas velocidades 10/20Mb se conectar com sinal ADSL ainda é mais interessante e mais rápido com que usando internet discada com modem de computador interno!

Até a próxima.

JMJG
Eng Eletrônico

Primeiros Celulares no Brasil 1990 Vídeo Documentário e Verdade sobre função secreta de escuta telefônica


Conheça a História da Telefonia Celular no Brasil. Vídeo Documentário com os modelos DPC-650 e MicroTac Lite II



O Ano de 1990 trouxe grandes mudanças para a telefonia celular Brasileira. Era o inicio de tudo, as vendas de grande varejo para a população brasileira, visto que telefones celulares já existem desde os anos de 1970 e nos anos de 1980 já era usado em muitos países, sendo visto até em filmes de época. Por aqui ainda era tudo tecnologia futurística até o começo dos anos 1990 quando finalmente a Motorola trouxe seus primeiros modelos para o Brasil.

O primeiro modelo lançado no Brasil era o PT-550 (Microtac 9800X), mas outros modelos foram se popularizando no Brasil até que gradativamente o preço foi ficando cada vez mais acessível. No começo dos anos 1990 as linhas de telefonia celular eram muito caras, algumas até valorizavam mais que dólar ou outro, muitos vendiam e revendiam linhas como se faz hoje com um bem móvel, era uma época completamente diferente de hoje no qual a linha celular em sí não vale nada!

Depois existiam filas de espera, de meses até anos, era realmente muito difícil se ter um telefone habilitado no Brasil, e ainda mais bem caro tanto a linha quanto o modelo de aparelho celuar.

Em nosso museu da telefonia, mantemos dois aparelhos celulares da época. O DPC-650 que era um modelo mais simples, e o MicroTac Lite II que era bem mais TOP, "recheado" de opções tais como um MENU personalizado para escolher o tom de música e muitas outras funções!

Assistam ao nosso Vídeo Documentário sobre os Primeiros Celulares no Brasil! (Incluindo o teste da função secreta da escuta telefônica)

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Para os que vistam nosso Blog, temos muito conteúdo com qualidade, incluindo Download de Programas e Jogos OpenSource ou Free. Ainda contamos com artigos técnicos especialmente desenvolvidos para nossos fãs. Jogos Antigos totalmente gratuitos para baixar, no melhor mundo da Nostalgia, além de emuladores e detalhes sobre o GNU/Linux e Windows. Vídeo Aulas e curiosidades interessantes sobre o mundo da eletrônica/tecnologia. Veja também como rodar jogos e programas no GNU/Linux e conheça o melhor sistema operacional Desktop Totalmente Gratuito! 

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Jogando Resident Evil 6 no Linux via Steam Play Proton Procedimento para Bug de Tela Preta Resolvido

Como Jogar Resident Evil 6 no Linux usando Steam Play (Proton). Procedimento Completo para Configurar e jogar sem o Bug da Tela Preta. Apresentando Dois Procedimentos.

Resident Evil é uma série de Jogos do gênero de "Survival Horror" criada pela CAPCOM que já possui até hoje 7 (Sete) lançamentos. Hoje estamos tendo muitos remakes do Resident Evil para novas plataformas e gráficos melhorados algo que na época dos três primeiros jogos não tínhamos.

O Jogo fez tanto sucesso que virou até Filme, embora ainda um pouco distante da originalidade do jogo em personagens mas também se transformou em um mega sucesso de Hollywood.

A grande maioria da série do Resident Evil encontra-se também na maior loja de jogos do mundo, o STEAM!

Depois de Resident Evil 5, que foi amplamente complicado de fazer funcionar o Linux através do Steam Play (Proton) temos quase os mesmos procedimentos para fazer rodar o Resident Evil 6!

Assista ao Vídeo Abaixo e Descubra como Jogar Resident Evil 6 no Linux usando o STEAM Play (Proton).




Para não sermos repetitivos vamos deixar o Link do Artigo sobre o Resident Evil 5 no Linux, na qual possui 90% dos códigos digitados na linha de comando, que também servem para o Resident Evil 6!

Sugerimos que os usuários Linux abram este artigo, mesmo que não queiram rodar ou Instalar o Resident Evil 5, pois o procedimento dele é 90% o mesmo para o Resident Evil 6 também!

A única coisa que não se precisa fazer e desabilitar o GFWL já que o Resident Evil 6 não possui o GFWL como base para salvamento dos jogos!

Apresentamos ainda duas Soluções para poder Rodar o Jogo. Uma delas denominamos de "solução medíocre" que é mais rápida e fácil, porém compromete a jogabilidade em 70% já que retira todas os vídeos de CGI (animação gráfica) que apresentam as cenas que contam um pouco da história do jogo.

A outra solução é completa e permite rodar o jogo 100% como é no Windows, porém exige muito mais tempo e paciência dos usuários Linux para poderem configurar todos os requisitos necessários que o jogo exige.

1) Solução Mediocre

Essa solução que também é abordada no Vídeo, exige que o usuário faça Download de um Patch de Correção para os Vídeos de CGI. O Pacote inclui Vídeos com conteúdo NULO ou seja sem vídeo algum! Apenas para poder evitar que o Jogo reproduza o vídeo. No caso será apresentado apenas o Áudio e o vídeo ficará com uma tela preta mas sem travar! 

O usuário poderá rodar o restante do jogo normalmente, mas ficará sem os vídeos da CGI que conta uma boa parte da história.

Jogar assim tira completamente a graça do jogo, 30% da jogabilidade ficará comprometida.

O bom de tudo isso, é que a alternativa é fácil e prática,poupando tempo.

Clique abaixo para baixar o Pacth do Vídeo Nulo para o  RE6

Clique na imagem para Baixar o Pacote de Vídeos
2) Solução Completa e 100% de Jogabilidade

A Solução Completa é muito mais complicada para os usuários Linux, principalmente os iniciantes, que devem seguir fielmente os passos explicados no vídeo que postamos! Recomendamos que seja assistido o vídeo primeiro, e depois tentem efetuar o procedimento.

O Resumo do procedimento é parecido com o Resident Evil 5 no Linux.

Clique aqui e Baixe o Roteiro em TXT com os Links dos sites que usamos como referência!

1) Instale o Jogo do Resident Evil 6 no STEAM (necessário a compra do jogo)
2) Execute o jogo pela primeira vez para criar o AppID
3) Instale o ProtonTricks (requer o WineTricks e outras dependências)
4) Usando o ProtonTricks faça o Download do pacote do WMP11 para poder instalar ele no perfil do Windows Virtual
5) Após a instalação do WMP11 será possível jogar o Resident Evil 6 completamente, com os vídeos da CGI original e sem travar na tela preta! 

O resumo é simples mas o procedimento em sí executado demora cerca de 30 minutos! Portanto acompanhem no vídeo o passo-a-passo para não ter problemas!

Para não repetirmos os procedimentos, podem acessar o artigo do Resident Evil 5, o processo é idêntico, o que muda é apenas o APPID que no RE6 será outro código.

É isso, finalmente agora podemos rodar quase todas as franquias do Resident Evil no Linux usando o sistema Steam Play!

JMJG
Fã de RE e Instrutor Linux 

Jogando Resident Evil 5 no Windows e Linux via Steam Proton A Mega Treta Resolvida em detalhes! Confira

Como configurar e jogar o Resident Evil 5 no Windows e Linux via Steam Proton. A Mega Treta foi resolvida num vídeo detalhe exclusivo ESIJMJG para todo o Brasil em português. Material Completo e inédito na Internet!

Poucos jogos são tão desejados de se rodar no atual Steam da Valve, como é o caso do Resident Evil 5! Após vários anos, finalmente a Valve disponibilizou no Steam o título do RE5 para se jogar. À principio o game roda apenas para sistemas Windows, porém ele também consegue rodar em sistemas Linux quando se ativa o "Steam Play", uma ferramenta de compatibilidade que permite se jogar games Windows em ambientes Linux. 

Nenhum título do Resident Evil original roda em sistemas Linux sem "workarrounds", e no caso da versão Steam não seria diferente!

Acontece que no caso do Resident Evil 5 até usuários Windows vão ter problemas!


Isso se deve ao fato da Capcom (desenvolvedora original do RE5) ter incluído um método de SaveGame completamente inadequado e obsoleto! Na época era uma novidade permitir salvamento em núvem do Savegame do RE5, mas o que eles não contaram ao público era que tudo teria que ser feito usando o serviço do Games For Windows (GFWL). O serviço atualmente está obsoleto e não mais em atividade, já que a Microsoft retirou o serviço do GFWL do ar devido ao mesmo não ter sido popular!

Porém a CAPCOM não efetuou um update no jogo do Resident Evil 5 que continua exigindo a instalação do GFWL para que possa rodar o jogo, o que é um absurdo e total incoerência! 

Quando o RE5 foi portado para a loja do Steam/Valve o mesmo ainda continuou com o requisito do GFWL já que nenhuma atualização foi realizada pela CAPCOM no código do jogo! Como resultado mesmo usuários Windows que pretendem rodar e instalar o jogo, vão ter um bug! Não podem jogar já que a não existe o GFWL como serviço ativo, e sem isso não podem fazer o savegame! O serviço do Steam já inclui um SaveGame automático e sincronizado na nuvem atrelado a conta do usuário, porém o serviço não dispensa o RE5 de continuar requerendo o GFWL até que a CAPCOM crie vergonha e faça uma atualização no jogo retirando essa dependência!

Para usuários Linux a dor de cabeça não para por ai! Além de burlar o GFWL, será preciso também instalar na máquina virtual do Proton (Wine) o Windows Media Player 11 que é necessário para se poder rodar todo o CGI do jogo além de vídeos e menu!

É ai que começa a treta, já que sem instrução nenhum usuário vai conseguir fazer isso. 

A sequência é muito complexa, e fizemos um vídeo com todo o passo-a-passo da instalação e configuração, porém mesmo com o vídeo é necessário se seguir um roteiro, caso contrário não se consegue exito no processo!

Assista ao Vídeo em detalhes de como Instalar/Configurar e Jogar o Resident Evil 5 no Windows e Linux via Steam!


Roteiro para sistemas Windows
1) Comprar e fazer o Download do Resident Evil 5 no Steam
2) Abrir o diretório onde está o jogo e alterar o Script básico da instalação, removendo o GFWL de ser instalado
3) Instalar um PATCH de Correção (feito por um usuário gamer) que removerá do jogo completamente a dependência do GFWL.

Esse é o ponto fenomenal, já que a correção do problema foi feito por um usuário gamer programador, e não pela equipe da CAPCOM que é a responsável pelo jogo! É o fim dos tempos isso!


4) Agora basta clicar em "Jogar" e curtir o RE5 no Windows!

Roteiro para Sistemas Linux (Mega Treta mas funciona)
Antes de Tudo, faça o Download do Tutorial em TXT com os Links dos Sites e Fóruns na qual nos baseamos para todo o Vídeo e Resumo.

Assim os usuários Linux podem copiar os códigos diretamente dos sites, e colar no terminal rodando mais rapidamente os comandos!

1) Comprar e Fazer o Download do Resident Evil 5 no Steam
2) Habilitar nas propriedades a opção para Rodar o jogo Via Steam Play ( ferramenta que permite rodar jogos Windows no Linux)
3) Abrir o diretório onde está o jogo e alterar o Script básico de instalação, removendo o GFWL da lista de instalação
4) Baixar e Instalar o mesmo PATCH de Correção que vai remover do jogo a dependência do GFWL

5) Rodar pela primeira vez o RE5 no Steam para gerar o AppID que será usado futuramente para o Workarround
6) Instalar o WineTricks.

O Winetricks é uma ferramenta necessária para rodar o ProtonTricks que iremos usar no vídeo para todo o procedimento da máquina virtual do Proton

Quem não tem o Winetricks no Linux, deve acessar esse link!

7) Instalar o ProtonTricks. Requer instalar o PIPX e PIP antes como dependência

8) Usando o APPID do RE5 comandar via Protontricks a instalação do WMP11 (Windows Media Player 11)  que é necessário para rodar o jogo no Linux com vídeos e menu ( resolvendo o Bug da tela preta)

Para baixar o WMP11 no formato do Linux prontinho, clique aqui no Link da ESIJMJG

O processo para instalar o WMP11 na máquina virtual do Proton usando o Protontricks é uma treta muito complexa, já que requer alterar o perfil do Windows 7 para Windows XP, apenas para rodar a instalação dos CODEC's Pack e depois efetivamente o WMP11. Depois disso deve-se voltar o perfil do Windows 7 apenas para poder rodar o jogo.

9) Finalmente clique em Rodar e Divirta-se jogando Resident Evil 5 no Linux via Steam! Apesar da Mega Treta, o jogo funciona muito bem e sem travamentos!

Parece simples os 9 passos, porém é importante ressaltar que nestes 9 passos estão bem resumidos procedimentos que demoram até 1 hora para serem efetuados! Isso graças a nossa concatenação de links e pesquisas de meses por sites e fóruns internacionais!

O Resident Evil 5 é o jogo da série que é mais complexo e complicado de se rodar no Linux via Steam. 

O bom de tudo isso, é que para quem desejar rodar o Resident Evil 6 também no Linux via Steam, o procedimento é parecido. Mas pelo menos é mais rápido já que o RE6 não tem Patch de Correção de Bugs e nem o GFWL para retirar!

Acompanhe nosso próximo artigo, e traremos todo o procedimento para rodar e jogar o Resident Evil 6 no Linux via Steam!

Até lá

JMJG
Instrutor Linux e Fã de Resident Evil!

Conheça o AppImage o .EXE do Linux! Rode aplicativos sem instalação e dependências! Saiba aqui

AppImage o .EXE do Linux! Execute e Rode aplicativos sem necessidade de instalação,senha Root ou pacotes/dependências. Saiba tudo aqui!


Executar aplicativos diretamente do Sistema, dando apenas dois cliques não era o ponto forte dos sistemas Linux, fato que fez o mesmo ficar algum tempo distante da realidade de muitos usuários desktop! Porém agora, existe um pacote autoexecutável que é o verdadeiro .EXE dos sistemas Linux, conhecido por .AppImage!

Na verdade existiam outros pacotes .bin .Run .FlatPack .Snappy e todos eles executam no sistema Linux apenas abrindo pelo File Browser dando dois cliques como os arquivos .EXE do Windows. Eles tem que estar marcados para "ser executável" primeiro com o chmod +x nomedoarquivo, mas não se tornaram muito preferidos pelos usuários.

O .AppImage é também um pacote autoexecutável Linux (assim como FlatPack ou Snappy) que contém tudo que o aplicativo precisa para ser rodado diretamente no sistema, incluindo as dependências! Isso significa que não precisamos baixar e instalar as dependências no sistema, bem como ocupar espaço no diretório /, para apenas conseguir executar um determinado aplicativo.

Agora qualquer usuário Linux atual pode simplesmente baixar e rodar um aplicativo sem necessidade de instalação no sistema, basta dar dois cliques e rodar como um .EXE da vida!

Assista ao Vídeo abaixo e descubra como o .AppImage é fácil de executar no Linux sem necessidade alguma de instalação.



Um sonho que muitos usuários leigos e iniciantes sempre queriam, rodar seus aplicativos preferidos no Linux de maneira fácil e sem complicações. Agora com o .AppImage se pode! Como não necessita de instalação, pode rodar diretamente do PenDrive ou de qualquer mídia removível,de qualquer lugar do Disco Rígido (/Home por  exemplo), dispensando o uso de complexas ferramentas para se compilar o aplicativo ou instalar suas complicadas dependências! Quem instala aplicativos quase sempre necessita da senha de Root (super user) e com isso fica limitado. Quase sempre existe dependências que obriga a instalação e configuração de muitos outros pacotes adicionais, tornado o sistema mais consumista de espaço em disco da partição / (principal).

Com o .AppImage se evita a instalação de dependências e problemas de configurações mais complexas. 

Muitos são os títulos já dispostos em .AppImage para Linux. Acesse o site abaixo:

AppsImage ( Por Categoria)

AppsImage ( Por App)

Aqui se pode literalmente fazer o Download do Aplicativo desejado, e depois apenas executar diretamente. No Ubuntu 19.04/19.10 nem precisou marcar como executável ele já veio marcado, mas pode ser que em sistemas mais antigos necessite!

Outros excelentes exemplos de aplicativos em formato .AppImage que podem e devem ser baixados diretamente dos sites oficiais/foruns, para evitar ocupar muito espaço no seu sistema Linux são.

  • Openshot (Editor de Vídeo)
  • Kdenlive (Editor Profissional de Vídeo)
  • Kicad (Criador de Layouts PCB- Eletrônica)

Quem já instalou estes aplicativos no Linux antes, já sabe que eles ocupam muito espaço no sistema, bem como requerem muitas dependencias. No caso especial do Kicad uma enorme biblioteca adicional deve ser instalada o que ocupa mais de 3 Gb no sistema!

Baixando o .AppImage pode-se rodar no /home diretamente, ou de qualquer Pendrive ou HD externo!

Sensacional!

Finalmente o Linux possui seu próprio .EXE! Isso vale para  arquivos de extensão FlatPack ou Snappy pois são o mesmo conceito!

Á partir de agora usuários Linux não tem mais desculpas para reclamar que não executam aplicativos no Linux como era no .EXE!

JMJG
Eng Eletrônico

Declare o Imposto de Renda IRPF mais fácil com Linux/Windows/MacOS usando a versão Multiplataforma Sem Instalação


Declare Facilmente seu IRPF com Linux/Windows/MacOSx usando a versão Multiplataforma! Veja como no vídeo Tutorial. Método Eterno (até quando a receita federal mantiver a versão Multiplataforma atualizada para vários anos calendários Futuros).


Chegada a infeliz hora do ano de declarar o IRPF os usuários de qualquer sistema operacional, seja ele Linux/Windows/MacOSx possuem a versão do programa do IRPF para o ano calendário Vigente!

Acontece que muitas vezes a instalação da versão do programa é um pouco complicada, como no caso de usuários do sistema Linux (apesar de terem pacote .DEB para sistemas Ubuntu e derivados).


O que poucos sabem, pois não é muito divulgado, é que existe uma versão completa do programa na qual não se necessita instalar! É a chamada versão Multiplataforma, que pode rodar em qualquer sistema Windows/Linux ou até MacOSx sem necessidade alguma de instalação, é apenas baixar, descompactar e clicar para rodar!

Assista ao Vídeo abaixo e veja detalhes de como fazer o Download e rodar o programa em seu sistema.




O que torna a versão multiplataforma perfeita para Todos, é o fato de que ela pode rodar em qualquer sistema operacional, sem necessidade de instalação. O que significa algo melhor ainda, os usuários podem abrir a declaração no sistema Linux, salvar e depois podem abrir e transmitir usando um sistema Windows por exemplo, que não terão nenhum problema de compatibilidade, e o melhor é que tudo pode ser feito usando apenas um pendrive!


Usuários Linux Iniciantes e menos experientes, terão mais liberdade, pois podem rodar rapidamente a versão sem se preocupar com rodar complexos comandos via terminal, e ainda obter portabilidade inédita nas suas declarações salvas! Podem receber do seu contador e ainda assim abrir ou salvar sem se importar com compatibilidades. O mesmo vale para quem usa MacOSx ou Windows pois a regra é a mesma!

A única exigência da versão Multiplataforma é ter o JAVA instalado no seu sistema operacional!

Recomendamos que o Java seja o Java Oracle Oficial, e não o OpenJDK ou outros, para se evitar problemas de compatibilidade.

Para usuários Linux já temos em nosso Blog um Artigo que ensina a baixar e instalar o Java Oracle em seus sistemas, é só seguir os passos informados e ser feliz, pois o Java é permanente e servirá para qualquer outro aplicativo que necessite do Java, e são muitos atualmente.

Enquanto a Receita Federal mantiver a versão Multiplataforma disponível para o ano calendário corrente, o vídeo servirá eternamente, não apenas para o ano de 2020, mas 2021,2022,2023....


Havendo alterações iremos ratificar o vídeo ou informações contidas no artigo.

Lembrem-se de sempre realizar o Download o Programa do IRPF diretamente do site oficial da Receita Federal, e nunca por outros canais, evitando programas maliciosos que possam ser instalados juntos roubando dados e causando problemas maiores! 

Por este motivo, não colocamos nenhum link de Download do Programa do IRPF, para garantir a segurança e sigilo!

Apenas demos uma dica! Se tiverem dúvidas sobre a utilização do programa do IRPF ou preenchimento da declaração, favor consultar um contador habilitado ou o site da Receita Federal! Não tiramos dúvidas sobre estas questões!

O maior problema dos Cooler Box Intel/AMD: Danificam as placas mães com o uso prolongado! Como evitar!


O maior problema dos Cooler Box (INTEL/AMD), elas podem danificar sua placa mãe com uso prolongado! Mas o que fazer? Qual solução e alternativas? Em que casos isso é verdade?


Cooler é uma peça importante para os computadores atuais, em épocas de cada vez mais potência de processamento, uma parte da energia se transforma em calor, e isso gera grandes quantidades de aquecimento no interior no núcleo (core) de qualquer processador moderno! Com isso é inevitável que tenhamos que tentar melhores alternativas para refrigeração das nossas CPU's.

Já trazemos dois vídeos sobre o assunto, mostrando as diferenças entre os sistemas Air Cooling (refrigeração à ar) e Water Cooling (refrigeração à agua).

Porém no assunto de refrigeração à ar, entram em cena os famosos CoolerBox (Intel/AMD) aqueles que vem de fábrica quando compramos os processadores novos em kit's! Será mesmo que eles podem ser tão ruins? Então por qual razão ainda continuam sendo vendidos e fornecidos de graça pelos fabricantes?

Assistam nosso Vídeo sobre o maior problema causado pelos Coolerbox Intel/AMD.


Respondendo as perguntas, o vídeo mostra o real motivo. Simplesmente por cortesia, já que alguns processadores sim podem se beneficiar dos Kit's de coolerbox fornecidos. Mas apenas os modelos de processadores mais fracos!

Os que são muito potentes, vão gerar uma quantidade enorme de calor, que estes tipos de coolers vão soprar continuamente em cima de vários componentes das placas mães! Com resultado, após um uso prolongado, aliado a falta de manutenção preventiva (limpeza interna de poeira por exemplo), algumas placas mãe vão acabar sendo danificadas, e seus componentes sofrerem mais desgaste pelo calor extra, como é no caso dos capacitores da placa mãe! 

É normal que eles fiquem estufados com o tempo nestes casos!


Isso é um problema para servidores e computadores de longo trabalho, pois capacitores vazados comprometem ainda mais a vida útil dos computadores. Vários outros componentes vão falhar em breve! Até mesmo para usuários mais conservadores que prezam pela durabilidade, isso será um enorme problema.

O vazamento dos capacitores em 70% das vezes é causado pelo alto aquecimento destes componentes, pelo ar quente soprado dos CoolerBox padrão Intel/AMD que estejam mal dimensionados. Já mostramos casos em que processadores I5 ou FX-6300 estavam vindo com CoolerBox fracos e com baixo perfil de alumínio. Resultado, muito calor gerado acaba soprando mais ar quente para cima dos componentes da placa mãe!

A regra é simples, se um Cooler consegue dissipar calor corretamente, ele se aquece menos, pois consegue transferir mais calor para o ar ambiente, com isso soprando ar menos quente de uma vez! Ao passo que um Cooler mal dimensionado, se aquece mais devido a CPU estar muito mais aquecida (maior temperatura) e com isso gerando mais ar quente ao redor! Mais ar quente em cima dos componentes da placa mãe= capacitores vazados e outros danos!

Se tu é um usuário que troca de computador, uma vez à cada 3 anos, então não deve se preocupar, porém se tu é um usuário mais conservador, e que prefere usar o computador por mais tempo (mais durabilidade) melhor rever seu hardware!

Considere no caso trocar os CoolerBox, por outros cooler's de tecnologia Radiador de Calor!

Cooler Radiador de calor

Os modelos como mostrados na foto acima (vertical), conseguem dissipar mais calor, e também o ar quente gerado por eles, fica completamente acima da placa mãe! Com isso não é soprado ar quente diretamente nos componentes da placa mãe, como é feito no cooler horizontal (cooler box por exemplo).

Essa pequena diferença, fará muito bem para a vida útil da placa mãe e do bolso do usuário.

Imagina aquela super placa mãe caríssima para o processador 8 Core, ser danificada em pouco tempo! Quanto maior o processador (mais potente) pior será o efeito gerado pelo ar quente na placa mãe! Se o CoolerBox for modelo mal dimensionado (mesmo vindo de fábrica) a longa exposição do ar quente, fará os componentes da placa mãe (capacitores) começarem a estourar!

De qualquer modo, seja qual for o seu perfil de usuário de informática, recomendamos trocar os CoolerBox Intel/AMD de processadores 6/8/12/16 Core para cima, por modelos Water Cooler ou Cooler Radiadores Verticais conforme já comentado!

Espero com esse último vídeo, ter esclarecido todas as dúvidas sobre o assunto.

JMJG
Eng de Hardware

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