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Aula 6 Equipamentos de Rede Switch,Hub,Roteador,Repetidores e outros

Aula 6- Equipamentos de Rede (Roteador,Switch,Hub,Roteadores).


Nesta aula iremos comentar sobre os principais equipamentos usados em redes, dos quais o foco para redes domésticas seriam os Roteadores. Então acompanhem nossa explanação.

Repetidores

Estes equipamentos não são usados convencionalmente em redes domésticas! Eles só devem ser usados com redes de grande extensão, quando a distância entre nós, ultrapassarem 100 metros (limite do cabo UTP/CAT5).

Eles devem ser inseridos na rede para permitir a propagação do sinal para distâncias acima de 100 metros, efetuando a correta amplificação do sinal e melhorando outros parâmetros, necessários para grandes distâncias.


Os repetidores atuam na camada 1 (física) do modelo OSI, sua função é receber os dados de uma parte da rede, efetuar a amplificação dos sinais, correção e regeneração dos sinais, para que eles possam continuar percorrendo o restante da rede, de forma que os dados tenham a mesma intensidade do sinal original.

Estes equipamentos não efetuam nenhuma alteração nos pacotes de dados, de forma que não há interferência no seu conteúdo, pois não há interação com eles, apenas eletricamente e não na parte lógica! Portanto o Repetidor não corrige, erros, ruídos, nem corrupção de dados.

Numa rede local, é recomendado evitar o uso "cascateado" deles, pois podem causar problemas de sincronismo nas interfaces de rede.
Repetidor WiFi

Para redes sem fio (WiFi) os repetidores são usados para estender o alcance da rede em áreas em que o sinal já esteja fraco ou prejudicado com obstáculos. Ele efetua a mesma função elétrica dos repetidores usados em redes com cabos, de modo que não haverá alteração nos dados (interação lógica) e sim apenas alteração elétrica (amplificação do sinal de rádio WiFi).

HUB (obsoleto)

A função deste equipamento é totalmente diferente dos Repetidores, e podem até estar presentes em redes domésticas! Usamos um HUB, quando queremos unir vários terminais na mesma rede, conectando-os todos entre sí criando um único nó físico naquela rede (nó concentrador). Por isso muitos o conhecem como concentrador. Ele apenas atua como um nó estrela na rede, pegando o link original e distribuindo aos demais (para fazer derivações de links).

Não é indicado fazer emendas diretamente nos cabos UTP/CAT5, e sim usar HUB para se derivar os sinais.


Atua como um distribuidor de sinal, pois o pacote é enviado para ele, e ele retransmite para todas as outras máquinas (terminais) a eles conectados. É o mais simples dos dispositivos comparado por exemplo aos switch's ou roteadores.

Podem ser vendidos em versões domésticas ou comerciais com 4,8,16,24 ou 32 portas (cada porta conecta um terminal ou computador).

Os Hub's ainda podem ser interligados entre sí (cascateamento) aumento a capacidade de portas.

Existem modelos passivos e ativos.

Hub Passivo: Não efetua amplificação do sinal, apenas redistribui fisicamente o sinal entre suas portas. Indicado para redes muito pequenas.

Hub Ativo: Possui amplificação interna, de modo que suas portas são repetidores do sinal original, podendo chegar ao dobro da distância do Hub Passivo. Indicado para grandes redes (maior distância).

O HUB também pode ser conectado entre si usando fibra óptica, bem como possuir portas de diferentes tipos. 

Como cada porta é um link de rede, existe um painel de leds (lâmpadas) que mostram se o link da porta está funcional ou não, facilitando identificar pontos na rede com defeitos.

O HUB trabalha como um nó concentrador dentro da rede, portanto seu desempenho é limitado para redes grandes (muitos computadores). Enquanto há dados sendo retransmitidos para o restante das portas (brodcasting) não podem ser trafegados novos dados, enquanto os antigos não forem completamente transmitidos.

HUB também atua na camada 1 do modelo OSI.

Switch ( Hub Melhorado)


O Switch é um aparelho mais moderno que o HUB, sendo considerado um "Hub melhorado/inteligente". Ele possui alto desempenho numa rede maior e mesmo doméstica é recomendado, já que seu custo/benefício é quase o mesmo de um Hub comum.

Aqui o switch ( algo como comutador ou chaveador) examina os dados em cada uma de suas portas, e consegue entender o destino deles, através do endereço físico MAC, entre os adaptadores. Ou seja o switch consegue colocar um único computador terminal da rede, em contato direto com outro, efetuando um canal exclusivo de comunicação, deixando o restante da rede livre. Várias conexões temporárias exclusivas podem ser criadas no switch, algo que no Hub comum não é possível.

Como resultado, o desempenho das grandes redes aumenta significativamente, já que nem todos os pacotes são replicados para toda rede, e apenas haverá comunicação entre origem-destino dos dados! 

Dentro do switch, é "construída" uma tabela relacionando suas portas com os respectivos endereços MAC a eles conectados. Assim um determinado dado poderá percorrer um caminho direto entre uma porta e outra, sem ocorrer o brodcast completo do sinal (feito no HUB comum). Esta tabela é atualizada constantemente, por um processador exclusivo, por isso é um equipamento inteligente porque aprende sozinho, e cria automaticamente as "conexões virtuais".

Existem switch's de 4,8,16,24,32 portas, modelos comerciais ou domésticos (indicados para redes caseiras).  Assim como no HUB, existe um painel de led's que exibem cores para os links (ativo,falha) sendo muito fácil identificar qual conexão está com defeito.

O equipamento ainda possui "buffer" de dados para as portas, e um processador interno. 


Roteador (Router)


Este sim é o equipamento de rede mais inteligente e responsável pela existência da "Internet". É mais eficiente e mais inteligente do que "Switch" já que o roteador, além de prover a comunicação direta entre as portas, também consegue identificar qual o melhor caminho para os dados seguirem, promovendo a "redundância" tão desejada em redes complexas (tal como a internet).

Além disso, o roteador é capaz de "unir" duas ou mais redes (LAN) sendo considerado um nó inteligente, permitindo o isolamento/compartilhamento dentre as diversas redes interconectadas. Podem aplicar regras de Firewall, bloqueio de portas (TCP/IP) dentre outras funções inteligentes.


Roteador para RACK 19 uso corporativo

Em suas versões comerciais/corporativos permitem o gerenciamento do tráfego de dados, bem como aplica regras especiais para acesso de serviços (programado pelo administrador da rede). 

Existem modelos de roteadores que são softwares em servidores, mas o mais comum é o equipamento físico estar instalado na rede. Mesmo assim, o roteador poderá ter seu firmware (software interno) acessado através de um computador via browser (navegador) conectado na internet.

O roteador opera na camada 3 do modelo OSI (camada de rede), e também é capaz de armazenar uma tabela com o endereço dos dispositivos armazenados, bem como a melhor rota para um determinado link. Caso haja interconexão com outros roteadores, eles serão capazes de "conversar" entre si, fazendo uma "mapa virtual " da rede, para sempre definir qual o melhor caminho para os dados.

Com os roteadores temos um importante equipamento para redes complexas, pois eles são nós inteligentes, como um GPS para os dados chegarem mais rápidos ao destino, e caso um link esteja quebrado, eles podem calcular uma nova "rota" em tempo real. 

Ainda podem ser divididos em estáticos e dinâmicos. Os estáticos, só calculam a rota mas sem considerar se o link está ocupado ou não (congestionado), já os dinâmicos, além de calcular a rota, levam em conta se o link está livre (menos tráfego de dados) para promover um melhor rendimento de velocidade.

Essa capacidade fica conhecida por "roteamento" ou redundância dentro de uma rede.  Eles são equipados com processador interno e firmware (software) para operação que lhe conferem inteligência e alta performance dos dados. São os equipamentos de rede mais caros porém necessários.

Mesmo em sua versão doméstica é essencial para nossa rede, já que estes aparelhos são capazes de além de ofertar a rede com fio, ainda possuem transmissores de rádio embutidos (WiFi).


É fácil perceber a diferença entre um roteador e um switch (doméstico). Os roteadores possuem dois grupos de portas (LAN) destinados a intranet, e a (WAN) destinados a Internet ou rede externa a ser roteada (distribuída para a LAN). Já os switch vão ter somente a LAN. Nas próximas aulas, aprenderemos a configurar um roteador, para nossa rede caseira, incluindo o acesso a internet para todas as máquinas via DHCP e também a configuração WiFi!

Todos os roteadores precisam ser configurados manualmente, por isso são equipamentos muitos complexos, os modelos corporativos são tão complexos que exigem até um treinamento feito no fabricante, para que se possam utilizar todos os recursos do equipamento. Mas não se preocupe, os roteadores caseiros (o que vamos usar 90% das vezes) são mais fáceis.

Assim como os switch's os roteadores possuem um painel de led's para informar os links ativos, e até aqueles que estão inativos (portas sem conexão) ajudando a identificar possíveis defeitos na conexão dos cabos/nós/links. O rádio WiFi nos modelos domésticos podem ser ainda ligados/desligados por configuração, e já estão presentes em quase 99% dos modelos domésticos.

Acompanhem as próximas aulas.

Abraços até lá.

JMJG
Engenheiro Eletrônico/instrutor

Aula 5 Redes Crimpando Cabos RJ45 (montando cabo de rede)

Aula 5- Crimpagem de Cabos de Rede RJ45(CAT5).+ Aula prática presencial (montando cabos em sala de aula)



Dando continuidade ao curso de redes, esta aula é a mais importante, pois iremos aprender a montar bons cabos de rede, para que assim a nossa rede fique corretamente conectada. Como estaremos montando redes domésticas, não usaremos meios físicos complexos tais como rádio (exceto WiFI) e tão pouco a fibra óptica (cujo custo de implantação é enorme e desnecessário).

Para curtas distâncias (redes domésticas) o mais prático e usual são os cabos de par trançado (UTP/CAT5).

Cabo de Par Trançado (UTP/CAT5)


Os cabos usados para redes de computadores, são do tipo trançado (já estudados na Aula 3) e na tabela de categorias estão classificados na categoria 5 (CAT5), mas também existem cabos melhorados (CAT6) ambos podem ser usados normalmente para cabos de rede (Ethernet). São vendidos em pequenos rolos ou até em caixas com grandes metragens.

Eles podem ser usados para todos os padrões de link Ethernet 10 Mb / 100Mb (fast) / 1000Mb ou 1Gb (rede Gigabit).  Eles não são blindados (geralmente os mais baratos) mas oferecem a mesma proteção contra interferências pelo fato de serem trançados (já especialmente para sinais de rede).

Cabos melhorados (CAT5e/CAT6/CAT6e) foram desenvolvidos para melhorar a performance em redes de Gigabit (links de até 10Gb no CAT60. Eles devem ser usados apenas em links de grande velocidade, e aplicações corporativas/comerciais, não sendo necessários para uso em redes domésticas comuns, já que são mais caros.

Os cabos de rede CAT5 também servem para transmitir outros sinais tais como telefonia e vídeo, geralmente usando tecnologia VOIP/IP.

O comprimento máximo de um cabo (sem usar repetidor ou switch) é de 100m. Essa distância é suficiente para conectar por exemplo 2 computadores diretamente entre si,dentro de uma casa.


Internamente o cabo possui 4 pares de fios, que estão trançados entre si (par trançado) porém não se iluda, no uso real, não são usados fios dos mesmos pares, e sim uma combinação de cores, isso é feito para minimizar o efeitos "crosstalk" e outros que poderiam prejudicar a performance dos links, principalmente em altas velocidades. Porém em usos especiais (backbones) poderá haver cabos CAT5 com até 100 pares!

Os pares são definidos nestas cores:

  • Laranja
  • Branco com Laranja
  • Verde
  • Branco com verde
  • Azul
  • Branco com Azul
  • Marrom
  • Branco com Marrom

Conector RJ45 Macho (padrão Ethernet)

RJ é um termo inglês para (Registered Jack) que seria algo como "conector registrado". Existem diversos tipos de conectores padronizados RJ, (RJ11 por exemplo é o do telefone), e o RJ45 macho, foi o padronizado para ser usados nas conexões de rede Ethernet.

Ele possui uma estrutura de plástico (transparente ou colorido) no qual internamente possui ranhuras que destinam os pares de fios, corretamente para seus terminais, de modo que apenas um fio poderá ocupar um terminal.  Nesta estrutura plástica existem uma trava externa (usada para melhorar a conexão do terminal com a tomada RJ45 fêmea), e uma trava interna que servirá para prender o fio depois que estiver "crimpado".

Os terminais elétricos, estão de fábrica todos para fora (posição original), mas depois que sofrerem a "crimpagem" vão ser enterrados internamente no conector,suas pontas internas são afiadas, de modo que possam atravessar a capa dos fios, sem a necessidade de descascar.

Essa é a vantagem dos conectores RJ, fazem a conexão rapidamente sem a necessidade de descascar os fios. Porém a desvantagem é que precisam de uma ferramenta especial para serem montados nos cabos.

A outra desvantagem é que os conectores RJ macho, não podem ser reutilizados, de modo que uma vez "crimpados" eles já não podem ser usados em uma nova montagem. Se montar errado, ou a conexão não ficar boa, o conector RJ deve ser cortado, descartado e substituído por outro novo!

Em contrapartida, os conectores RJ são muito baratos, custam $$ centavos! 

O problema é que com uso constante (pluga,despluga) a trava externa poderá se quebrar ou se tornar frouxa, necessitando da substituição imediata do conector RJ45. Ele também poderá se quebrar com o tempo, e se sofrer choque térmico (ser limpado com os famosos limpa contatos) poderá se trincar imediatamente.

Alicate para Crimpagem

Esta é a ferramenta especial necessária para a montagem (crimpagem) dos conectores RJ nos cabos trançados (UTP/CAT5). Existem diversos modelos e preços deste alicate no Brasil! Como se trata de uma ferramenta uso diário, vale a seguinte ditado "O barato pode sair caro"....

Alguns são muito frágeis que podem se entortar com o uso constante, ou até mesmo perder sua eficiência, estragando a crimpagem dos cabos, causando problemas de más conexões. Vale a pena comprar um alicate bom, robusto, que dure muitos anos para quem trabalha constantemente com isso, já se tu é um instalador apenas de ocasião, ou ainda vai somente montar uma rede em casa, poderá pensar em adquirir um alicate mais barato....

Basicamente o alicate possui capacidade de crimpagem de conectores RJ11 (telefone), RJ45 (rede) e outros. 

Ele também abriga geralmente duas lâminas utilizadas para a decapagem do cabo (descascar) e outra bem mais rente para a aparagem dos fios internos (antes de inserir no conector RJ45).

Alguns mais sofisticados (como o da foto) ainda possuem trava de torque no cabo, para a que a crimpagem seja feita na força correta!

Termo Correto X Popular

Tecnicamente o termo correto usado para esta montagem é Crimpar o cabo (crimpagem também vale). Isso deriva do ingles To Crimp, que daria o sentido de moldagem...  Isso seria o verbo, o ato de colocar o conector no alicate, e apertar "crimpando" o cabo no conector.

Popularmente os técnicos se referem a este ato de montagem de cabos usando o alicate especial, como "Grimpar" "grimpagem" "climpar" "climpagem"..

Seja lá como se referem pelo Brasil afora, este termo significa, montar um cabo de rede,telefonia, usando o alicate. 

Padrão de Cores (Montagens, Padrão A ou B)

O padrão para montagem de cabos de rede, foi definido pelo EIA/TIA 568, que definiu dois padrões atualmente usados para montagem dos cabos A ou B.
Ambos os padrões podem ser usados para a montagem dos cabos de rede, mas não podem ser misturados no mesmo cabo (pontas)!

Pode existir por exemplo um computador ligado com um cabo padrão A, e outro com cabo padrão B, mas no mesmo cabo uma ponta A deve ser terminada com A, e uma ponta B deve ser terminada com B.

Pinagem do Conector RJ45

Estas são as visões possíveis do conector (frontal, lateral, superior,etc) e a respectiva pinagem de 1 até 8. Preste bastante atenção na localização correta dos números, pois se inverter, poderá montar o cabo errado, estragando a conexão, e terá que fazer tudo de novo!

Pinagem do conector RJ45

Geralmente montamos o cabo com os conectores dourados, voltados para cima, de modo que o pino 1 corresponde ao lado esquerdo e o pino 8 será o lado direito.



Quando montamos uma rede doméstica, ou até mesmo uma rede comercial/corporativa, no qual existe um Hub, Roteador doméstico,Switch,etc precisamos montar nossos cabos no padrão A ou B. Neste esquema, os computadores são conectados geralmente usando um roteador caseiro, uma rede na topologia estrela!

Padrão A (antigo)

A sequência de cores especialmente definida, determina o padrão A de conexão para cabos Ethernet. Cada cor é conectada especialmente em um pino correspondente do conector RJ45.



Atenção: As duas Pontas do Cabo devem ser montadas na mesma sequência de cores! Se inverter algum dos lados, a conexão não irá funcionar!



Padrão B ( atual)

A sequência de cores especialmente definida, determina o padrão B de conexão para cabos Ethernet. Cada cor é conectada especialmente em um pino correspondente do conector RJ45.



Atenção: As duas Pontas do Cabo devem ser montadas na mesma sequência de cores! Se inverter algum dos lados, a conexão não irá funcionar!


Cabo Especial Padrão Crossover (cross)

O cabo crossover é um tipo especial de cabo, que deve ser usado exclusivamente para conexão direta entre duas máquinas sem utilizar um roteador, switch ou Hub!

Em alguns casos, é necessário para conectar o computador e uma câmera ou qualquer outro equipamento de rede de forma direta, sem usar Hub/Switch. 

Resumindo, uma conexão Ponto-A-Ponto entre o computador e um outro dispositivo.

Cuidado, pois este cabo não poderá ser usado normalmente numa rede! É apenas para conexões diretas especiais, quando necessitar

Também pode ser feita em Padrão A ou Padrão B.




Nesta situação as pontas são invertidas em alguns pinos especiais! Faça o cabo numa ponta e na outra seguindo corretamente o padrão A ou B de cores!

 Utilize este cabo obrigatoriamente, para equipamentos que não tenham a função AUTO MDI/MDIX.

Alguns equipamentos (HP) já estão dotados da tecnologia AUTO MDI/MDIX que fazem a detecção automática da conexão, e podem fazer o crossover internamente via placa de rede! Neste caso dispensam o uso do cabo crossover.

Basta que apenas um dos dois equipamentos conectados tenha a tecnologia Auto MDI/MDIX para que o cabo crossover possa ser dispensado (usar o cabo comum).

Hubs/Switches e até algumas placas de rede mais modernas já contam com este sistema, leia o manual deles, antes de montar um cabo crossover a toda (pois ele só serve para esta função, não podendo ser usado numa conexão de rede normal).

Vamos Praticar (Montando o cabo na Aula)?

Sim, agora vamos montar alguns cabos em sala de aula, o instrutor irá montar um, e depois os alunos vão montar cada um o seu!

Fique esperto com dicas e macetes, até a próxima aula.

JMJG
Engenheiro Eletrônico/Instrutor

aula curso de rede link das aulas completas Presencial em escola da zona leste

Curso de Redes (Ministrado pelo instrutor JMJG em escola da Zona Leste). Link das Aulas Completas


Aqui estão todos os links das Aulas do Curso de Redes, ministrado exclusivamente pelo instrutor, em escola da Zona Leste. Este material é de uso exclusivo da ESIJMJG, em apoio ao conteúdo didático das aulas, como fonte de estudo para as provas e em auxílio das aulas práticas. A leitura deste material não qualifica o Aluno para o curso, nem garante o certificado que dependerá da frequência nas aulas, bem como a nota de prova final!










Aula 8 até Aula12- Prática em Sala de Aula (Não tem teoria no Blog).

Curso de Excel Presencial Zona Leste Link das Aulas Completas

Aula de Planilha Excel/Calc- Curso Presencial em escola da Zona Leste

Aulas Práticas em Sala de Aula

Aula 1- Introdução ao Curso(História das Planilhas, Células,Navegação na PLanilha,Criando novas Planilhas,Seleção de Células Adjacentes ou não,Preenchimento Automático,Alternativa LibreOffice CALC)

Aula 2- Classificação de Dados(Filtros A-Z/Z-A),edição de células,fontes,cores básicas,Fórmulas Básicas 4 operações fundamentais)

Aula3- Fórmulas e Funções Básicas (soma,média,maior,menor,hoje,agora) Ver lista de exercícios para casa.

Estão listados apenas os conteúdos que devem ser baixados (arquivos e exercícios para sala de aula).




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Blender, animação 3D, jogos 3D e Simulações Físicas. Programa OpenSource compatível com sistemas Windows,GNU/LINUX, e MAC.

Os programas de animação 3D estão presentes em nossa vida digital quase que em sua grande totalidade, é impossível se assistir um filme atualmente, sem as famosas CGI (computação gráfica de imagem). E também aqueles jogos maravilhosos em 3D, e simulações físicas/engenharia atualmente são feitos usando estes maravilhosos programas.

Dentre os mais famosos do mercado,a sua grande maioria são proprietários ($$$),porém há um que é inteiramente de graça!

E não significa que ele é limitado, ou de menos capacidade, surpreenda-se com nosso vídeo documentário, o maior conteúdo sobre Blender em vídeo já produzido no Brasil até hoje! Apresentamos o Blender, o programa de criação 3D, especializado em animação, simulações e até Jogos (game-engine).




E o mais curioso é que o programa já foi proprietário, e mesmo após a liberação do seu código fonte, atualmente este programa compete de igual para igual, com grandes nomes dos aplicativos 3D mais usados ( 3D Studio Max, 3D Canvas, 3D Autodesk Maya,etc)

E além de Opensource, ele ainda é compatível com todos os sistemas operacionais mais utilizados, incluindo versões para Windows, MAC e GNU/LINUX (pacotes .deb e .rpm)

Baixe o programa direto na página oficial do projeto:

Baixe%20o%20Blender

O Blender é usado em nossa empresa para produção de vinhetas, animações, efeitos,GC usados em nossas vídeo produções. A animação computadorizada de nosso logotipo (usados em nossos vídeos) também foi desenvolvida no Blender!


 


Acompanhe dicas de muitos outros programas opensource, em nosso blog! Até a próxima.

Curso Aulas de Hardware links para as Aulas completas escola zona leste presencial

Curso de Hardware Presencial. Ministrado pelo Instrutor JMJG (Exclusivo em escola da Zona Leste)

JMJG é o instrutor deste curso, ganhou seu primeiro computador em 1987 (MSX) e desde então descobriu sua paixão por estas fantásticas máquinas, e ficou especializado em eletrônica/informática. Formado em Engenharia Eletrônica em 2002 (FAAP), possui amplo CV e experiência de grandes multinacionais do setor eletrônico. Especializado em sistemas DOS/Windows/Linux (desktop) também Diretor Técnico/Engenheiro da ESIJMJG.

Atenção: Este conteúdo é exclusivo para uso como apoio e fonte de estudos para provas teóricas, usado unicamente pelo instrutor "JMJG" durante seu curso de Hardware. Ministrado por ele diretamente na ESIJMJG ou em outras escolas no qual o serviço de instrução foi contratado! O curso é presencial e prático, um certificado será gerado pela ESIJMJG ou pela escola no qual o aluno contratou o curso. Não há garantias de aprendizado para quem não frequentar o curso presencialmente (dúvidas somente serão retiradas em sala de aula). As escolas contratantes podem escolher outro material didático como fonte teórica do curso, mas este será o conteúdo usado para a prova final!


Dúvidas ligue para:

(011) 2308-4673
Clique diretamente nas Aulas para Abrir em outra Página!









Aula 6- Apresentação Física dos Componentes (Atividade Prática em Sala de Aula) Computador Real


















Aula 15- BIOS parte 2/Aula 16- BIOS PARTE 3 (Presencial) mostrando ao vivo em sala de Aula (parâmetros e ajustes)




Aula 19- Prova Final do Módulo

Agora iremos para o curso de redes de computadores (desktops) e depois para Sistemas Operacionais e Softwares (LINUX/Windows)

Até lá

Aula 4 - Topologia de Redes



Aula 4- Topologia de Redes (ligações físicas,nós e distribuição física links) 


Topologias mais conhecidas
Muitos não sabem, mas a disposição física da rede em sí não importa muito, mas a "topologia" sim, ela tem um impacto sobre o desempenho da rede. No fundo isso define a conexão entre os nós da rede, e os links que eles podem formar. Os desenhos ou esquemas das redes, ilustram a topologia.

A Topologia Física sim traduz efetivamente na prática como a rede é ligada na prática com cabos e equipamentos. Já a  Topologia Lógica, não precisa necessariamente ser o o mesmo da topologia física, pois aqui se refere ao fluxo de dados e a maneira de como os sinais elétricos passam na rede, fluindo de um dispositivo ao outro. 

Exemplos:
  • Rede Ethernet conectada via par trançado (UTP/CAT5)  usando repetição por hubs, tem uma topologia lógica de bus (barramento), porém fisicamente é ligada em topologia física estrela (star).
  • Token Ring por exemplo usa uma topologia lógica de Anel (ring), mas fisicamente usando topologia em forma de estrela (star).

Redes de topologia idêntica, podem apresentar diferentes taxas de velocidades, tipos de sinais, distância entre nós, e conexões físicas, pois nenhuma rede será exatamente igual a outra, já que depende do meio geográfico em que está sendo implantada (local real).

Para ficar claro, embora as classificações lógicas e físicas sigam os mesmos nomes padronizados, a topologia física é determinada pela disposição física dos cabos e conexões entre os nós da rede. A topologia lógica é quase sempre determinada por protocolos, e ainda pode ser reconfigurada de forma dinâmica, usando equipamentos tais como roteadores e switches. A topologia lógica operada na camada 2 (enlace) e é associada ao subprotoloco  de comunicação de dados MAC( Media Access Control).

Existem 8 classificações de topologias básicas:

  • Ponto-a-ponto (point-to-point)
  • Barramento (bus)
  • Estrela (star)
  • Anel ou circular (ring)
  • Malha (mesh)
  • Árvore (tree)
  • Hibrida (Hybrid)
  • Cadeia Daisy Hierárquico (Daisy Chain)

Ponto-a-Ponto:


Esta é a topologia mais simples de todas, fazendo uma conexão direta entre dois terminais, estilo telefonia. Os famosos "hotlines" são feitos nesta topologia, onde um terminal se comunica diretamente com outro. Ele pode ser permanente estando em constante conexão, ou chaveado (estilo telefonia moderna) onde de forma dinâmica, quando não existe mais contato entre os dois terminais, a conexão é desfeita.

Barramento


Usado em redes LAN, nesta topologia cada nó da rede está conectado usando apenas um único cabo (backbone).O sinal elétrico viaja o cabo, percorrendo em ambas as direções (transmissão/recepção) e todos os terminais (nós), até encontrar o seu destino correto. Existe um endereço destino no pacote, de modo que apenas a máquina "endereçada" irá receber e transmitir o pacote para a máquina origem da conexão, as demais irão ignorar o pacote por completo. Esta topologia é econômica pois utiliza apenas um cabo de conexão entre todos os nós, mas possui uma alta gestão de rede, e não possui redundância, de modo que se o cabo partir, a rede estará seriamente comprometida!

No barramento linear, quando o sinal alcança o final do fio, poderá haver um "retorno" deste sinal causando uma interferência. Para evitar isso, os últimos dois nós, devem ser conectados com um equipamento chamado "terminador" que filtra este "eco" evitando este problema.

O barramento distribuído pode ainda ramificar cada nó em outros pequenos "barramentos" que se conectam usando um único caso, semelhante ao cabo principal.

Um exemplo de aplicação desta topologia fora da rede de computadores, são os barramentos de comunicação de computador (Mobo) que trabalham com "barramento" de dados em memórias e chipsets.

Estrela


A topologia de rede mais usada em LAN's caseiras, aqui cada nó da rede, está conectado à um elemento central (HUB ou Switch) usando uma conexão ponto-a-ponto para isso. O elemento central (no exemplo HUB) é o servidor da rede, e os demais os clientes, incluindo a impressora ou qualquer outro periférico. Não existem conexões auxiliares (alternativas) enter os nós (terminais) de modo que apenas a conexão ponto-a-ponto deles se comunica com o elemento central, e este elemento se comunicará ponto-a-ponto com outro terminal, fazendo o controle fluidez dos dados. Esta topologia é a mais fácil de se implementar, e adicionar os demais nós na rede é muito fácil, o único problema é que como não há conexão adicional (redundância) o elemento central é o único responsável pela comunicação de toda a rede, se ele falhar, a rede morre!

Anel

Esta topologia de rede, mantem o formato circular efetivamente, e cada nó da rede faz parte do círculo, atuando como um "buster" reforçando o sinal, enquanto o mesmo caminha no fluxo da rede. Cada dispositivo do nó (terminal), deve ter embutido, um receptor e um transmissor para amplificar o sinal e continuar a envia-lo para o restante da rede. 
Nesta topologia os dados percorrem todos os dispositivos (nós) da rede, de modo que o pacote deixa de circular para o resto, quando encontra a máquina destino. Cada nó da rede é crítico, de modo que uma máquina falhar, o restante da rede a partir dela ficará morto ( anel será quebrado), já que aqui não existe computador servidor, todos fazem a repetição/transmissão do sinal.


Malha


Totalmente Conectada

Existem dois tipos de redes em malha. A totalmente e a parcialmente conectada. Na malha, cada nó(máquina) coopera com toda a rede, se conectando diretamente (ponto-a-ponto) com outros nós criando uma trama complexa de conexão. Aqui temos o benefício da redundância, em que se um link estiver quebrado fisicamente (quebra de fio,etc) poderemos obter um outro caminho, roteando os dados por outros nós interconectados ao nó original. 
As redes totalmente conectadas, são indicadas somente para pequenas redes (LAN intranet) já que muitos nós, a trama se tornaria complexa demais, e o custo para conexão de todos os nós entre si, se tornaria algo inviável. Uma fórmula matemática determina o número de conexões máximas C= [n(n-1)/2]
Malha Parcialmente Conectada

Já nas malhas parcialmente conectadas, temos uma seleção especial de quais nós queremos efetuar a redundância, efetuando conexões diretas (ponto-a-ponto) apenas com outros nós importantes. Nem toda a rede está interligada, de modo que o custo de implantação se torna viável em grandes redes.


Árvore



Esta topologia é uma combinação das Topologias de Barramento com Estrela. Se um dos Nós do Barramento falhar, o nó principal da topologia estrela continuará mantendo a conexão entre os outros nós da rede, (redundância parcial), porém os outros nós do barramento ficam sem conexão.

Aqui temos uma Hierarquia, de modo que alguns nós (filhos) estão interligados aos principais (pais).

Esta topologia na prática é limitada, já que só poderemos anexar no máximo 2 conexões no dispositivo Pai.

A vantagem é o escalonamento (nós podem permitir outras conexões derivadas),fácil de gerir e identificar os pedaços da rede com falhas e administra-la. A desvantagem será se o backbone principal falhar (a rede inteira pode desabar) e a manutenção fica complicada em grandes áreas que usarem este tipo de topologia.


Híbrida



Esta rede utiliza uma combinação de várias outras topologias, no qual poderemos ter 3 ou mais topologias, originando uma configuração mista, não sendo classificada em mais nenhuma outra categoria específica. Para projetos de redes assim, temos alguns softwares que emboçam diagramas muitas vezes sem entendimento imediato, porém na prática funcionam muito bem, combinando o melhor das topologias, para produzirem redes de custo/benefício espetaculares.


Cadeia Daisy

É uma técnica para adicionar mais nós a uma rede já estabelecida. Não funciona com a Topologia Estrela. A cadeia Daisy, faz uma interconexão em série entre um terminal e outro. Na topologia linear, cada terminal deveria ter dois receptores, e dois transmissores. Ainda existem Cadeias Daisy em anel, no qual apenas os terminais das extremidades precisam ter estes equipamentos, reduzindo o custo pela metade. 

Estas são as topologias conhecidas para montagem de redes.

Na próxima aula faremos a conexão dos cabos UTP/CAT5 e aprenderemos as várias formas disponíveis.

JMJG
Engenheiro Eletrônico/Instrutor

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